Resenha: O Grande Gatsby

Bookeando O Grande Gatsby PenguinLivro: O Grande Gatsby

Autor: F. Scott Fitzgerald

Editora: Penguin Companhia

[Sinopse: Obra-prima de Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby é o romance americano definitivo sobre os anos prósperos e loucos que sucederam a Primeira Guerra Mundial. O texto de Fitzgerald é original e grandioso ao narrar a história de amor de Jay Gatsby e Daisy. Ela, uma bela jovem de Lousville e ele, um oficial da marinha no início de carreira. Apesar da grande paixão, Daisy se casa com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. Com o fim da guerra, Gatsby se dedica cegamente a enriquecer para reconquistar Daisy. Já milionário, ele compra uma mansão vizinha à de sua amada em Long Island, promove grandes festas e aguarda, certo de que ela vai aparecer. A história é contada por um espectador que não participa propriamente do que acontece – Nick Carraway. Nick aluga uma casinha modesta ao lado da mansão do Gatsby, observa e expõe os fatos sem compreender bem aquele mundo de extravagância, riqueza e tragédia iminente.]

Quem é Gatsby? De onde veio sua fama, fortuna e magnetismo? Na era de ouro Norte Americana, no início dos anos 20, Jay Gatsby é uma das personalidades mais conhecidas da alta sociedade de Nova York. Em sua casa no West Side de Long Island, de frente para uma praia particular, as festas mais fantásticas e com as maiores personalidades do país ocorrem quase que diariamente.

Em uma casinha modesta ao lado da mansão de Gastby, vive o narrador desta história, Nick Carraway. Ele é um veterano de guerra, e atualmente vendedor. Esbanja uma personalidade otimista, que atrai instantaneamente a atenção e carinho dos mais abastados, mesmo que ele não busque entrar na alta sociedade.

Nick é primo de Daisy Buchannan, casada com o ex astro de futebol americano e marido infiel Tom Buchannan. O casal vive cercado de luxo no outro extremo de Long Island, bem de frente ao cruzar o mar, para a mansão de Gastby. Mas esta não é a única familiaridade com o misterioso milionário, antes da guerra, Gastby e Daisy foram namorados e ele jamais se esqueceu dela. Agora, através de Nick, Gastby tentará se aproximar novamente de Daisy a todo custo.

Em um ambiente que beira o irreal e extremamente frágil, as relações humanas são comandadas pela diversão, o consumismo e a irresponsabilidade que uma vida de luxo confere. A tensão durante a história vai se tornando palpável e a aura de tragédia iminente cerca o leitor, ao mesmo tempo que molda e modifica a personalidade antes exuberante de Nick Carraway.

Quando fui pela primeira vez à casa de Gatsby, tive a nítida impressão de ser um dos poucos presentes que haviam de fato sido convidados. As pessoas não eram convidadas – elas simplesmente apareciam. Entravam em automóveis rumo a Long Island e de alguma forma iam parar na porta de Gatsby. Uma vez no local, eram apresentadas por alguém que conhecia Gatsby, e depois disso se portavam conforme as regras de conduta adequadas aos parques de diversões. Às vezes chegavam e partiam sem nem sequer ter conhecido o anfitrião, comparecendo à festa com uma simplicidade de espírito que era seu próprio ingresso.

A obra prima de Fitzgerald, apesar não ser uma história feliz, é narrada com uma linguagem mais simples do que estamos acostumados a lidar na leitura de clássicos, o que proporciona uma experiência agradável ao leitor e não deve tomar muito tempo de leitura. Vale ressaltar que o filme da adaptação da obra desembarca nos cinemas brasileiros no dia 7 de junho.

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About Nathy

Viciada em livros, séries e filmes. Oi, watch it spaceman!