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Editora Arqueiro lança nova edição do livro “O Pacto” de Joe Hill

A editora Arqueiro divulgou a nova edição do livro “O Pacto” do autor Joe Hill, baseado na adaptação cinematográfica. O livro que originalmente intitulado de “O pacto”,foi apresentado como “Amaldiçoado” será relançado dia 12 de janeiro de 2015 com a capa baseada no cartaz da adaptação cinematográfica.

amaldiçoado

[SINOPSE: Ignatius Perrish sempre foi um homem bom. Tinha uma família unida e privilegiada, um irmão que era seu grande companheiro, um amigo inseparável e, muito cedo, conheceu Merrin, o amor de sua vida. Até que uma tragédia põe fim a toda essa felicidade: Merrin é estuprada e morta e ele passa a ser o principal suspeito. Embora não haja evidências que o incriminem, também não há nada que prove sua inocência. Todos na cidade acreditam que ele é um monstro. Um ano depois, Ig acorda de uma bebedeira com uma dor de cabeça infernal e chifres crescendo em suas têmporas. Além disso, descobre algo assustador: ao vê-lo, as pessoas não reagem com espanto e horror, como seria de esperar. Em vez disso, entram numa espécie de transe e revelam seus pecados mais inconfessáveis. Um médico, o padre, seus pais e até sua querida avó, ninguém está imune a Ig. E todos estão contra ele. Porém, a mais dolorosa das confissões é a de seu irmão, que sempre soube quem era o assassino de Merrin, mas não podia contar a verdade. Até agora. Sozinho, sem ter aonde ir ou a quem recorrer, Ig vai descobrir que, quando as pessoas que você ama lhe viram as costas e sua vida se torna um inferno, ser o diabo não é tão mau assim. Joe Hill, autor de A estrada da noite e Nosferatu, já foi aclamado como um dos principais novos nomes da ficção fantástica. Em Amaldiçoado, o sobrenatural é pano de fundo para uma história de amor e tragédia, de traição e vingança. Um livro envolvente, emocionante e cheio de suspense que nos leva a refletir: em matéria de maldade, quem é pior, o homem ou o diabo?]

A adaptação, estrelada por Daniel Radcliffe, que conta também com  atores Max Minghella, Joe Anderson e Kelli Garner. A direção ficou por conta de Alexandre Aja, Cathy Schulman e Peter Guber são os produtores e Joe Hill cuida da produção-executiva.

O filme já foi lançado em outros países, porém no Brasil o filme tem data de estreia previsto em fevereiro de 2014. Confira o trailer:

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Resenha: Amor Sem Limites (Sem Limites)

LAMOR_SEM_LIMITES_1408127578B ivro: Amor Sem Limites

Série: Sem Limites

Autora: Abbi Glines

Editora: Arqueiro

CUIDADO! Essa resenha tem spoilers que podem revelar a história para quem ainda não leu Paixão Sem Limites e Tentação Sem Limites. Não deixe de ler nossas resenhas antes de continuar…

[SINOPSE: Blaire Wynn conheceu Rush Finlay num momento muito difícil da vida dela, logo depois de perder a mãe e a casa em que morava. Filho de um astro do rock, Rush vivia num mundo de luxo, sexo sem compromisso e total despreocupação com o futuro. Exatamente o oposto de tudo o que Blaire conhecia. Mesmo com tantas diferenças, a paixão entre os dois foi arrebatadora. Porém Rush guardava um segredo de sua família que levou ao fim do namoro e a um período de tristeza absoluta para o casal. Mas eles já não sabiam viver um sem o outro e cederam de novo àquele sentimento irresistível. Agora Blaire está grávida, eles estão felizes e planejam se casar. Mas nem tudo está garantido. O pai de Rush chega trazendo más notícias e novamente os antigos problemas de família podem fazer com que os dois se afastem.]

Amor Sem Limites encerra a trilogia Sem Limites, que conta a história de Blaire e Rush. Para iniciar, tenho que dizer que, pra mim, esse livro foi o melhor da trilogia.

Sim, the drama never ends, mas não teria graça se fosse sempre mil flores, né? Dessa vez, a protagonista Blaire está quase para ganhar o seu bebê, está preparando o seu casamento com Rush, e tudo está lindo! E continuaria lindo, se não fosse pela irmã – e bruxa deprimente – de Rush, aNanette, que após descobrir que seu verdadeiro pai é um dos integrantes do Slacker Demon, vai atormentar o sossego de Blaire mais uma vez.

É claro que, quando Nan está no meio, Blaire sempre se dá mal, e dessa vez não é diferente, me deixando mais uma vez com vontade de socar a cara do Rush até ele aprender a parar de ficar mimando a irmã deprimente, o que ela realmente precisa é de ajuda psicológica. E como um passe de mágica – e com um empurrão da Blaire, porque ele não quer perdê-la – ele finalmente abre um pouco os olhos para as doideiras da irmã.

Neste livro há vários pontos novos da história, pontos altos eu diria, como a amizade entre Blaire eHarlow – meia irmã da Nan – e a inserção de um romance – cheiro da nova série spin-off – entre Harlow e Grant, o perdão definitivo que Blaire dá ao seu pai, e um novo segredo que ele esconde; finalmente conheceremos Dean Finlay, pai de Rush, e eu o adorei.

Com certeza o ponto altíssimo do livro foi o casamento, é que casamento! Todas as surpresas preparadas pelo Rush me deixaram emocionada, a atenção aos detalhes foi digna de aplausos, inclusive, temos Rush cantando (!!!!), com um aviso no livro informando que a música está disponível pelo iTunes, e eu que não sou boba, fui correndo escutar a música, e fiquei maravilhada, pela letra, pela voz, por tudo! Ponto para Abbi Glines! “That I have fallen too far, too far for you. For you”

- Agora não comece a chorar, para não estragar essa maquiagem. Você está parecendo a sua mãe. Está igualzinha a ela. Não acho que seu pai poderia estar mais feliz do que está agora. Eu não vim pra fazê-la chorar. Estou aqui para lhe dar uma coisa do Rush. Ele queria que você usasse algo emprestado pra dar sorte.

Uma coisa que me preocupou um pouco no início, foi a inclusão da história de Woods e Della, já que Blaire aparece no spin-off Estranha Perfeição, mas nem precisava ter tido medo, já que a Abbi soube amarrar direitinho a história no “tempo e espaço” de Sem Limites, a única coisa que me deixou um pouco chateada foi o spoiler do próximo livro da série Perfeição, já que o primeiro da série havia terminado tão dramático.

Terminada com chave de ouro, essa série vale a pena ser lida, principalmente por esse livro final. E é claro que Rush e Blaire não vão sumir completamente, já que há mais duas séries de “Rosemary Beach” em andamento.

Gostou da nossa resenha? Então aproveite a oportunidade e compre o seu exemplar na Saraiva pelo link do Bookeando e nos ajude a manter o site!

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Entrevistamos Timothy Zhan, o autor de Star Wars: Herdeiro do Império

Durante a Comic-Con Experience 2014 (CCXP), que você pode ler mais sobre o evento clicando aqui, tivemos a honra e oportunidade de conversar com Timothy Zhan.

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Para a alegria dos fãs de Star Wars, a Editora Aleph trouxe o autor de Herdeiro do Império, primeiro volume da Trilogia Thrawn, como atração para o estande e que acabou conquistando os fãs e ganhando destaque entre o grupo principal de celebridades convidadas ao evento.

Realizamos um sonho como fãs ao conversamos com o autor sobre Star Wars, Trilogia Thrawn e a Nova Trilogia, sem contar a paciência e carisma dele ao nos receber no estande da editora. O resultado você confere no vídeo abaixo:

Foi uma surpresa ver, em entrevista ao Portal UOL, a declaração dos responsáveis pela Editora Aleph que a CCXP foi surpreendente e acima do esperado por eles. Não somente por volume de vendas, mas sim por termos um grande número de fãs de Star Wars presentes, consumindo e prestigiando o lançamento da versão nacional (que está simplesmente fantástica!).

Não podemos terminar sem agradecer a Editora Aleph, em especial a Luciana pela paciência e atenção conosco, além dos amigos Fabi e Marcelo, do Conselho Jedi, por sempre apoiarem o Bookeando e nos permitirem cada vez mais conteúdos incríveis como esse! Muito obrigado!

Em breve a resenha de Star Wars: Herdeiro do Império, o primeiro volume da Trilogia Thrawn, aqui no Bookeando!

 

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Crítica| O Hobbit – A Batalha Dos Cinco Exércitos

Na noite desta terça feira, 9 de Dezembro, aconteceu a pré estréia da Warner de O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos, e como prometido fomos lá conferir para trazer nossas impressões sobre a última parte da adaptação desta que é uma das obras mais populares de Tolkien. E aí, será que o desfecho da trilogia cinematográfica de Peter Jackson fez jus ao livro, ou pelo menos aos filmes anteriores?

Bookeando O Hobbit

Não há como negar que Jackson soube trazer o visual da Terra Média para as telonas com uma maestria e capricho sem iguais, porém um filme não pode se resumir ao visual. E O Hobbit não é exatamente um livro extenso, portanto o diretor precisou tomar várias liberdades criativas no enredo para prolongar a história por 3 filmes.

Mudanças que os fãs começaram a notar com força total logo no segundo filme da franquia: A Desolação de Smaug, porém o resultado não foi terrível. Foi um filme bastante divertido, porém só com a porção final do filme tendo alguma coerência com o livro. Mas ok, sequências empolgantes, a gente perdoa. Porém, quem leu já imaginava que a parte final da trilogia seria a mais sombria de todas, afinal guerras tem perdas. E, mesmo sem spoilers diretos aqui, podemos garantir que as perdas são muito maiores do que em toda trilogia O Senhor dos Anéis, então, se você não leu O Hobbit ainda, prepare a caixinha de lenços e coraçãozinho.

Pelo lado bom, como já citado, há o visual. A Batalha dos Cinco Exércitos em si é uma sequência magnífica, e não podemos deixar de dar destaque para toda a opulência de Lee Pace como Thranduil a fada sorridente da floresta. Richard Armitage também dá um show a parte ao trazer Thorin sendo tomado pelo mesmo mal da montanha que acometeu seu avô e despertou a ganância de Smaug. Além deles, o Legolas de Orlando Bloom tem, de longe, a melhor ou pior (dependendo do quanto você curte o overpower dos elfos) cena de combate corpo a corpo do longa.

Já no lado ruim, e olha que eles infelizmente não faltaram, ficou o personagem da Tauriel, que se mostrou tão empolgante no filme anterior, apesar de uma criação do Jackson para os filmes, e se tornou praticamente uma personagem avulsa para preencher cotas, além de ser a canalizadora de uma desgraça que no livro não seria atribuída a ela, o que só serviu para dar combustível ao ódio pela personagem por parte dos fãs mais puristas. Bard foi outro que perdeu um pouco do brilho, apesar de ter seu grande momento, só que ele pareceu um pouco fácil demais, poderia ser prolongado e melhor trabalhado, tudo isso para transformar duas páginas de batalha em 2 horas de telona. Outro ponto fraco, e talvez o pior de todos, foi o excesso de dramalhão no grande combate de Thorin, o mais esperado e que nos causou alguns momentos de vergonha alheia. E sim, se preparem que vai ter treta com o Sauron e os 9 espectros do anel, muito DESNECESSAURON (perdoem o trocadilho infame), mas novamente, tudo para encher tempo de telona, é divertido, é ok, mas né, precisava? Não.

Aí vocês vão achar que eu detestei absurdamente o filme. Não gente, a crítica é porque Peter Jackson deu um desfecho tão grandioso em O Retorno do Rei, que fui com a expectativa lá em alta pra O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos ser tão grandioso quanto, porém passou longe, beeem longe. O que novamente, não quer dizer que o filme seja ruim. Ele é bonito, divertido, um bom blockbuster, entrega o que promete, mas não vai te deixar de queixo caído e eternamente deprimido porque acabou. Vale bem o seu ingresso, só talvez não valha vários repetecos.

Sendo bem justa, 3 de 5 estrelas. Bom, mas não excelente.

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CCXP 2014 | O que teve e o que você precisa saber para 2015

Dos dias 4 a 7 de dezembro, aconteceu no São Paulo Expo a primeira edição da Comic Con Experience, ou CCXP para os íntimos, realizada pela equipe incrível do Omelete. Vamos deixar um resumo com o principal que rolou em cada um dos 4 dias, e várias galerias recheadas de imagens de encher os olhos com o capricho e cuidado em cada detalhe que a organização se empenhou. Não há como negar que nunca antes o público geek foi tão respeitado e bem tratado em um evento, todos os voluntários eram atenciosos e bem informados e apesar das filas enormes (mas hey, foi uma experiência Comic Con!) o saldo de todo evento foi mais do que positivo. E não, não é puxação de saco, nós já fizemos eventos (em muito menor escala) no passado, e sabemos apreciar quando a coisa é realmente bem feita, e não só pensando em extorquir o público, como muita coisa que se vê por aí…

Quinta-feira 04/12

A imprensa teve acesso antecipado ao evento, e conseguimos dar uma olhada em primeira mão em cada stand com bastante calma. Impressionantes os detalhes, e como os grandes estúdios investiram pesado em trazer conteúdo e um visual realmente interessante e impactante para o público. Participamos também de uma coletiva com a organização que discutiu os desafios gigantescos que enfrentaram para montar toda a estrutura e conquistar a confiança de estúdios e investidores, além de toda a burocracia de conseguir convidados de peso para o evento, e que gostassem de interagir com os fãs. Nós ficamos com o queixo literalmente caído, e com muita vontade de abrir falência por umas 3 gerações só para comprar tudo o que foi disponibilizado de oficial e alguns itens exclusivos do evento para os fãs. – aliás só merchandising oficial foi permitido no evento, tudo para manter as boas relações com os estúdios.

Ponto alto do dia: painel do Sean Austin, um Goonie na Terra Média. O nosso Samwise Gangee falou um pouco sobre a carreira como ator, os bastidores de Os Goonies, e claro, O Senhor dos Anéis. Revelações sobre os bastidores de um dos maiores épicos de todos os tempos, bem como a relação que ainda mantém com o elenco. Ah, e um vídeo do Arnold Schwarzenegger que mandou um vídeo com recadinho pros fãs Brasileiros, antes da exibição do trailer de Exterminador do Futuro – Gênesis.

Sexta-Feira 05/12

O evento já estava um pouco mais cheio, principalmente depois da hora do almoço, com uma galera mais jovem que saía da escola/faculdade e se encaminhava para o evento. Mais cosplayers presentes, e as primeiras filas mais desanimadoras, porém ainda relativamente calmo.

Pontos altos do dia: foram dois. Fiz a fangirl doida e tirei uma foto com Jason Momoa, que é um completo fofo com os fãs. Saía e cumprimentava a galera, e as fãs com beijinhos e abraços. Ele inclusive circulou abertamente pelo evento, sentou no trono de ferro e tudo. E o segundo foi o primeiro painel de estúdio com protagonistas de uma produção. A Netflix investiu pesado na divulgação de seu épico Marco Polo, que estreia em 12 de dezembro. O primeiro episódio foi exibido em primeira mão, na íntegra durante o painel, bem como vários clipes dos episódios seguintes. Estiveram presentes Lorenzo Richelmy (Marco Polo seu lindo!, Chin Han (Jia Sidao) e Olivia Cheng (Mei Ling). Por motivos óbvios, não reproduziremos aqui o conteúdo divulgado em nenhum dos painéis, mas já podemos adiantar que a série está com um visual lindo, e promete ser o próximo grande épico histórico das telinhas.

bookeando marco polo

 

Sábado 06/12

Caos. Mas calma, caos no bom sentido. O evento estava completa e absolutamente lotado. Filas, filas e mais filas. Quem quisesse assistir a um painel precisaria ter enfrentado fila para entrar no maior auditório (o Thunder) logo no primeiro painel, que foi a exibição de Operação Big Hero da Disney. Aliás, sábado foi o grande dia especial Disney, com painéis de Os Vingadores, Star Wars, Pixar… Porém, foi impossível entrar em qualquer um deles para quem não estivesse desde o primeiro. E não, não tinha jabá e prioridade para imprensa não, todos os fãs e jornalistas tinha privilégios iguais, a não ser os compradores de pacotes mais caros que garantiam acesso a todos os painéis do evento. Depois de dois dias seguidos, não conseguimos ir logo cedo, um erro pelo qual pagamos com a perda de todos os painéis.

Pontos altos do dia: Dizem que foi Operação Big Hero. Por outro lado, o painel mais aguardado de Os Vingadores – A Era de Ultron não trouxe nenhum material novo e exclusivo para os fãs do Brasil, muita gente ficou chateada com a Marvel, libera pra nóis, pô!

bookeando big hero

 

Domingo 07/12

O Hobbit, O Hobbit, O Hobbit, já alugou sua barraca de camping hoje? O primeiro painel do dia -infelizmente reduzido para metade da capacidade do auditório, para apenas mil fãs por exigência da Warner- contava com a presença de Richard Armitage (Thorin) para apresentar a premiere de A Batalha Dos Cinco Exércitos. E mesmo chegando na fila antes das 6 da manhã, os mil lugares já estavam mais do que tomados. A fila começou a se formar às 22:30 de sábado!!!! É galera, a gente queria Comic Con no Brasil, e bem, tivemos, com gente acampando em fila e tudo! Mas, nem tudo foi perdido, após 8 horas de fila, apesar de termos perdido o filme no domingo, vamos vê-lo terça e deixaremos um review bem completo dele por aqui pra ir ao ar quarta cedinho, e ainda assim conseguimos ver o painel da Warner e do Jason Momoa.

Pontos altos do dia: Obviamente O Hobbit, do qual os fãs saíram bem felizes. Painel da Warner com cinco minutos de conteúdo exclusivo de Mad Max – Estrada da Fúria. Painel do Momoa no qual ele literalmente andou no meio dos fãs, levando o microfone para fazerem perguntas, distribuiu sorrisos e abraços, mas pouco falou sobre Aquaman por motivos contratuais, mas confirmou que tem contrato para 4 filmes sobre o herói, e deu um show de simpatia ao demonstrar seu amor pelo papel em Game of Thrones… volta Khal Drogo!

bookeando O-Hobbit-

E 2015? 

Bem, nos já sabíamos desde a coletiva com o Omelete, que a edição 2015 já está mais do que confirmada, e acontecerá entre 3 a 6 de Dezembro. Nós já queremos que vire evento anual no calendário da cidade, e que se torne cada vez maior e melhor. Porém, fica a lição para esse ano: se você quer ir nos painéis concorridos, ou mexe no bolso para pagar o ingresso que garante acesso total, ou combine com amigos revezamento e acampamento nas filas, porque vai precisar. É a experiência que os fãs têm em San Diego, inclusive nas filas, e pelo buxixo que ouvimos em alguns stands de grandes estúdios, eles pensam em investir pesado em levar elenco para apresentar projetos na próxima edição.

E aí, já tá planejando seu cosplay? Nos vemos na CCXP 2015!

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Depois de O Hobbit, Silmarillion está cada vez mais longe de acontecer!

Quanto mais perto chegamos de nos despedirmos da trilogia O Hobbit, mais os fãs inflamam ao imaginar sobre possivelmente termos um outro filme em produção. Segundo o texto do site Hypable, possivelmente não teremos tão cedo novas adaptações das histórias sobre a Terra Média para o cinema!

Silmarillion

Durante a premiere de O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos, em Londres, Ian McKellen declarou “Eu nunca direi que este é o fim de alguma coisa”, sobre o terceiro filme. Essa declaração deu esperanças aos fãs que desejam ver a adaptação de O Silmarillion, porém Peter Jackson declarou durante a coletiva de imprensa algo um pouco desanimador.

“É uma questão legal. A Tolkien Estate detém os direitos das obras do Professor Tolkien – O Hobbit e O Senhor dos Anéis foram vendidos pelo próprio Professor no final dos anos 60. Mas esses são apenas dois trabalhos que foram vendidos. Nesse caso, sem a cooperação da Tolkien Estate não poderemos ter mais filmes.”

É claro que é completamente possível que a Tolkien Estate possa vender os direitos de filmagem de outras histórias criadas pelo autor, mas agora as chances de isso acontecer parecem ser cada vez mais difíceis.

Com a Warner Bros. procurando meios de estender sua franquia de maior sucesso, em vista de que o spinoff de Harry Potter é mais um exemplo disso, com certeza estão procurando meios de como dar mais fôlego à Terra Média. Isso pode até incluir reuniões com a Tolkien Estate para tentar adquirir mais direitos sobre as histórias.

Fonte: Hypable

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Resenha: A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert

A Verdade Sobre o Caso Harry QuebertLivro: A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert

Autor: Joël Dicker

Editora: Intrínseca

A obra de Joël Dicker já é considerada um marco na literatura contemporânea e tive o prazer de ler o que posso considerar um dos, se não o melhor livro da minha vida. Não apenas uma brilhante história acerca de um assassinato, mas também um manual introdutório para quem deseja ser autor e, além de tudo, uma reunião de críticas pontuais ao mercado literário e até mesmo à sociedade. Me permita comentar sobre esse livro e tentar conquistar a sua curiosidade, gerando o interesse pelo melhor da literatura lançado em 2014 no Brasil.

Com uma capa pouco chamativa e um título ainda mais complexo de se vender, A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert surpreende desde a primeira página por não ser só uma narrativa centrada em Marcus Goldman, um autor em ascensão que precisa escapar da maldição da página em branco para terminar o seu segundo livro antes que o prazo do seu editor expire. O livro nos leva para a história sobre 3 livros e 3 autores, 3 assassinatos e uma cidade; uma matemática que vai surgindo com o passar das páginas,

A narrativa é construída na necessidade de Goldman em defender seu amigo Harry Quebert acusado de ser o assassino da jovem Nola Kellergan, de 15 anos, encontrada enterrada em seu quintal e com o manuscrito do seu sucesso literário “A Origem do Mal“. Usando gravações, anotações e recortes, que nos jogam de volta para o Agosto de 1975, o autor constrói toda a trama sobre o assassinato de maneira brilhante. Tendo o mesmo conhecimento que Goldman, trabalhando ao lado do xerife Gahalowood, vamos descobrindo aos poucos a história de amor entre Harry e Nola.

O que me impressionou no livro foi ler até a página 469 para descobrir que o autor brincou com a nossa percepção e atenção, nos forçando ao erro. Uma leitura praticamente inteira acreditando no que foi construído, para percebermos que ela não passa de uma mentira e fruto de uma mente doentia. O mesmo acontece na terceira e última parte do livro, com o desfecho sendo realizado de maneira mais astuta possível. Ao mesmo tempo em que temos a explicação de o por quê do nome “A Origem do Mal”, o assassinato de Nola Kellergan recebe o julgamento merecido com o verdadeiro culpado sendo desmascarado.

Dentre todos os personagens, dois deles me intrigaram desde o início: Elijah Stern e Luther Caleb. Dois contrapontos que deram à narrativa a movimentação que ela precisava. Ao contrário de um único personagem central, acredito que a cidade de Aurora, em New Hampshire, é a grande personagem principal desse livro. Afinal a breve vida de Nola não interferiu com apenas um ou outro personagem, mas praticamente com um grande grupo de cidadãos de Aurora.

Sem poder comentar muito sobre o desenrolar da história, devido o seu intrincado mistério e sua relação com os personagens, o autor consegue explorar individualmente todos os nomes envolvidos. Desde a dona do café local à família distante de Caleb, Dicker brilhantemente brinca com a profundidade e importância de Harry, passando pela futilidade de Roth e ganância de Roy Barnaski, para poder construir personagens carismáticos como Goldman e astutos como Gahalowood.

Somente no capítulo “A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert” é que você finalmente encontrará a paz e deixará de pensar no culpado pelo assassinato, o que por um momento fica em segundo plano ao lermos sobre as descobertas de Goldman e que nos levam às últimas páginas, com um recado “dos autores” do livro.

Sem conseguir parar a cada página, dotado de uma leitura viciante e atrativa para os amantes de suspense policial, ainda somos agraciados com breves críticas ao mercado literário e um auxílio gratificante para que você se motive a por em prática a arte da escrita, dando a possibilidade de se tornar um escritor um dia.

Ao fechar a última capa, após você se perder em meio às surpresas do final, você realmente vai sentir o mesmo que Harry diz à Marcus. Aquele sentimento de tristeza e saudade, misturados pela alegria, ao finalizar um livro que você pode por na estante e ficar com saudades por ter lido a melhor obra literária da sua vida.

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Bookeando na CCXP, a Comic Con Experience!

A não ser que você tenha passado os últimos meses de 2014 escondido em uma caverna sem qualquer acesso à qualquer meio de comunicação, você sabe que nos próximos dias, vai rolar o final de semana prolongado nerd mais esperado dos últimos tempos aqui em São Paulo: a Comic Con Experience, ou simplesmente CCXP, realizada pelos queridos lá do Omelete, de 4 a 7 de dezembro na São Paulo Expo (antigo Pavilhão Imigrantes).

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O evento simulará os moldes das Comic Cons internacionais, com diversos stands, quadrinistas, autores e painéis muitíssimo aguardados. Dá só uma olhada num pouquinho do line-up que vai rolar nesses quatro dias:

Isso sem contar que no domingo, nossos corações vão explodir com a Pré Estréia Oficial de O Hobbit: A Batalha Dos Cinco Exércitos, claro contando com a presença do ilustre rei dos anões, Thorin Escudo de Carvalho, Richard Armitage.

E o que falar da ala feminina do blog que está em polvorosa com a participação do nosso Khal Drogo -and Aquaman- Jason Momoa? Já pode propor pra cavalgar com ele pelo mar de grama e montar um khalasar lá em casa?

O sábado vai ser dedicado aos próximos lançamentos da parceria Marvel/Disney, e todo o evento vai ser uma grande comemoração aos 75 anos do morcegão mais querido da história: Batman! E é claro, que não podemos deixar de citar que todos os dias você encontrará pelos corredores e stands vários quadrinistas nacionais e internacionais super conceituados e talentosos, então pode preparar seu carrinho de HQs pra autografar, que a hora é agora!

Ufa, e não arranhamos nem a superfície de tudo o que acontecerá no evento, mas vocês podem conferir todos os convidados e programação no site oficial do evento.

Quando este post entrar no ar, as vendas online já terão encerrado, porém você ainda poderá adquirir sua entrada, cuja disponibilidade já está bem limitada, na bilheteria oficial no local do evento.

Masssss não precisa ficar triste se não conseguir ir no evento, porque estaremos lá, cobrindo -e obviamente surtando de fundo dos nossos coraçõezinhos nerds – todos os quatro dias de evento! YAY! Então fiquem de olho nas nossas redes sociais, principalmente nossa Página no Facebook e no nosso Instagram (que provavelmente dará direito a vergonha alheia da gente fazendo cosplay e/ou momentinho fangirl).

A CCXP acontecerá de 4 a 7 de Dezembro na São Paulo Expo, Rodovia dos Imigrantes km 1,5.

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Outlander | Confiram o trailer da continuação da Primeira Temporada

Ajeite seu kilt, tenha na ponta da língua as palavras do seu clã, prepare seu juramento pros Mackenzie e vem comigo!

bookeando outlander

A Starz liberou o trailer da continuação da primeira temporada de Outlander (sim, eles dividiram a primeira temporada em duas partes, acho que cada temporada deve retratar um livro, e até onde foi exibido – oitavo episódio – chegamos até a metade do livro A Viajante do Tempo de Diana Gabaldon, cuja resenha vocês encontram aqui).

Se você, assim como eu, é uma fangirl loucona pelo Jamie e seu heroísmo galante, segura a emoção e dá o play:

A segunda parte da primeira temporada de Outlander volta em 4 de abril pela Starz, e ainda não há notícias da compra da série por algum canal que exiba no Brasil, infelizmente.

Sam and Caitrona, please come to Brazil!

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Resenha: Resident Evil – O Incidente de Caliban Cove

Resident Evil O Incidente de Caliban Cove (SD Perry)Livro: O Incidente de Caliban Cove

Série: Resident Evil

Autora: S. D. Perry

Editora: Benvirá

Resenhado por: Vinicius Silva

Clique aqui e leia o nosso especial com outras resenhas da série Resident Evil!

Continuando nossa paixão por livros e games, na coluna Literatura Gamer, chegou a hora de embarcarmos em Resident Evil, uma das franquias de sucesso criadas pela Capcom. Depois de muitas idas e vindas, a Editora Benvirá começou a lançar a série escrita por S. D. Perry no Brasil (e pelo segundo volume, antes do primeiro que estamos resenhando).

[SINOPSE: O segundo livro da série criada por S.D. Perry traz uma história inédita, não retratada no jogo. “O incidente de Caliban Cove” narra acontecimentos que correm entre os games Resident Evil e Resident Evil 2.
Os membros sobreviventes do S.T.A.R.S. acreditavam que a conspiração terminaria após o incidente na mansão Spencer. O esquadrão reuniu evidências para alertar o mundo sobre as terríveis armas biológicas criadas pela corporação Umbrella, mas tudo foi em vão: a empresa farmacêutica saiu impune e os S.T.A.R.S. foram considerados criminosos foragidos. A história agora é protagonizada pela novata rebeca Chambers, o único membro da equipe Bravo a sobreviver aos terrores da mansão. A médica passa a fazer parte de um novo esquadrão dos S.T.A.R.S. quando ouve de um misterioso informante rumores sobre uma nova instalação da Umbrella em Caliban Cove, no estado do Maine. Rebecca deverá reunir provas suficientes para finalmente incriminar a Umbrella, mas ira se deparar, mais uma vez, com um perigo inimaginável.]

Em uma trama repleta de mistério e terror, a autora S. D. Perry novamente brinda os seus leitores com uma nova história nunca antes contada nos videogames. No segundo volume também lançado pela editora Benvirá, vemos as continuações deixadas no final da história anterior e mais segredos a serem descobertos: quando os incidentes nas montanhas Arklay foram registrados pelo time investigativo S.T.A.R.S.

“Obediência gera disciplina, disciplina gera união, união gera poder, poder é vida.”

Nessa aventura somos apresentados a dois protagonistas, Rebecca Chambers, membro do esquadrão especial da cidade de Raccoon e sobrevivente do acidente da mansão Spencer. E o capitão David, também membro de outra força tarefa localizada no Maine.

Rebeca então parte para Caliban Coven em outra missão investigativa, reunindo mais provas para incriminar até então a impune e corrupta empresa Umbrella. Lá, a membra da STARS descobre novos responsáveis e um novo tipo de mutação causado por um novo vírus. Rostos já conhecidos retornam tal como novos surgem.

Assim, Perry mais uma vez demonstra o quão a série, tendo os seus nascimentos e base nos games, é rica na forma narrativa de um livro. E da mesma forma que pode ser bem explorada quando a essência do excelente horror e o saudosista suspense dos anos 90 é precisamente resgatada.

Uma leitura altamente recomendado para todos os tipos de fãs, desde os colecionadores do medo até os que desejam vivenciar a experiência, aprofundando-se ainda mais a cada detalhe, a cada complemento, dessa incrível obra japonesa.

Gostou da nossa resenha? Então aproveite a oportunidade para comprar o seu exemplar na Saraiva pelo link do Bookeando e nos ajude a manter o site!

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Resenha: Doutor Sono

Doutor-Sono

Livro: Doutor Sono

Autor: Stephen King

Editora: Suma de Letras

AVISO! Antes de ler a nossa resenha de Doutor Sonho, clique aqui e leia a nossa análise de O Iluminado!

Mais ou menos 30 anos depois do Hotel Overlook, Danny Torrance (agora só Dan) volta pra nos contar o que aconteceu após O Iluminado.

[SINOPSE: Mais de trinta anos depois, Stephen King revela a seus leitores o que aconteceu a Danny Torrance, o garoto no centro de O iluminado, depois de sua terrível experiência no Overlook Hotel. Em Doutor Sono, King dá continuidade a essa história, contando a vida de Dan, agora um homem de meia-idade, e Abra Stone, uma menina de 12 anos com um grande poder. Assombrado pelos habitantes do Overlook Hotel, onde passou um ano terrível de sua infância, Dan ficou à deriva por décadas, desesperado para se livrar do legado de alcoolismo e violência do pai. Finalmente, ele se instala em uma cidade de New Hampshire, onde encontra abrigo em uma comunidade do Alcoólicos Anônimos que o apoia e um emprego em uma casa de repouso, onde seu poder remanescente da iluminação fornece o conforto final para aqueles que estão morrendo. Ajudado por um gato que prevê a morte dos pacientes, ele se torna o “Doutor Sono”. Então Dan conhece Abra Stone, uma menina com um dom espetacular, a iluminação mais forte que já se viu. Ela desperta os demônios de seu passado e Dan se vê envolvido em uma batalha pela alma e sobrevivência dela. Uma guerra épica entre o bem e o mal, uma sangrenta e gloriosa história que vai emocionar os milhões de fãs de O Iluminado e satisfazer os leitores deste novo clássico da obra de King.]

O livro começa nos mostrando um Dan Torrance, alcoólatra e violento, com seus quase 30 anos, à sombra de seu pai, Jack Torrance, de como ele era em vida. Ele acorda ao lado de uma mulher, em sua casa, depois de uma noitada de muita bebida. Quando ele vai sair da casa dela, ele se depara com um bebê, sujo, chorando e com as fraldas cheias, que tentar pegar o pó de cima da mesa achando que era doce, Dan esconde o pó, e não bastante, rouba os únicos 70 reais que a moça tinha. E isso o asssombra pelo resto do livro.

Já nesse começo, King faz a gente se sentir mal, pois, sempre torcemos para que acontecesse o melhor pra Dan depois do Overlook, e ele consegue fazer isso perfeitamente. Nós sentimos o mal estar que é SER o Danny. Sua justificativa é que, ao ficar bêbado, a Iluminação desaparece e ele pára de receber a visita de velhor amigos que habitavam o hotel, sem contar a lembrança do bebê “querendo doce”.

Perdido e sem rumo, Dan acaba indo para uma cidade chamada Teenytown, onde ele decide sossegar. Então, conhecemos Abra, outra Iluminada, MUITO mais poderosa que Dan. Os dois acabam entrando em contato um com o outro via mensagens telepáticas ou recados deixados numa lousa na parede.

Dan trabalha num asilo, onde ele é conhecido pelo seu dom em ajudar os velhinhos a “atravessarem” pro “outro lado”, sendo chamado pelos outros por: Doutor Sono. Os antagonistas do livro são um grupo de vampiros que ‘sugam’ a Iluminação das pessoas pra sobreviver, e todos conhecem essa ‘família’ de Verdadeiro Nó.

Sendo Abra uma pessoa com a Iluminação mais forte que Dan já vira, e também o Grupo do Nó liderado por Rose, a Cartola, Abra se torna uma obsessão para eles, devido à sua escassez de “vapor” que eles estão enfrentando. Contando com seus novos amigos, Dan vai fazer de tudo para proteger Abra e acabar com o grupo de vampiros, responsável pela morte de várias crianças de formas horrendas!

No começo foi um pouco difícil acostumar com esse “novo” Dan Torrance, mas com o tempo, você se apega à ele assim como em “O Iluminado”, ou talvez até mais. Dan faz amigos muito especiais, sendo até incentivado à frequentar as reuniões do AA, e se curar dessa doença que o pai também tinha.

Os personagens, novos amigos de Dan são muito bem apresentados e cativantes, assim a trupe do Verdadeiro Nó (tirando a parte cativante hehehe), a ambientação é aquela coisa famosa de King que a gente já conhece, medonha e adorável. Eu espero que você tenha entendido como isso pode ser possível.

Doutor Sono é um livro que TEM que fazer parte da prateleira “Livros Lidos do Stephen King”. Além da narrativa característica do autor, o livro é extremamente empolgante, angustiante e cheio de surpresas! Afinal nunca é demais para voltar para a mente de Dan e receber aquele inesperado plot twist.

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Resenha: Ai, Meus Deuses!

Ai Meus DeusesLivro: Ai, Meus Deuses!

Série: Ai, Meus Deuses!

Autor: Tera Lynn Childs

Editora: Galea Junior / Record

[Sinopse: A vida de Phoebe Castro vira do avesso quando sua mãe anuncia que irá se casar com um estranho misterioso. Para completar, as duas terão que se mudar para o outro lado do mundo: a Grécia! Phoebe terá que dizer adeus ao sonho de cursar a mesma universidade que suas melhores amigas…

Como se tudo isso não bastasse, ela ainda terá que frequentar uma escola superexclusiva na qual seu padrasto é o diretor. E os alunos são tudo, menos comuns —são descendentes dos deuses gregos e com direito a superpoderes! Se Phoebe achava o ensino médio difícil, ela já sabe que a vida ali vai ser um sofrimento de matar.]

Phoebe é uma adolescente que planeja ir para mesma faculdade que suas melhores amigas, Cesca e Nicole. Para isso, precisa se dedicar a corrida, para ter acesso a uma bolsa de estudos na USC. Mas quando a mãe de Phoebe retorna de viagem, traz uma novidade que pode mudar tudo: sua mãe vai se casar e elas se mudarão para a Grécia, onde seu futuro padrasto é diretor de uma escola.

Já na Grécia, Phoebe descobre que a escola que passará a frequentar é formada por alunos descendentes de deuses gregos. O que já não seria fácil, sendo ainda uma “normal”, se tornaria ainda mais difícil.

Com uma narrativa fluída, é inevitável não lembrarmos de outro semideus da literatura recente. Comparações à parte, a história apresentada por Tera Lynn Childs (cuja série tem 6 livros no total) é, digamos, mais “menininha”. Phoebe sofre por Griffin Blake, corredor como ela e que não deixa claro suas intenções, mesmo fazendo ela congelar quando está diante dele, sua meia-irmã Stella parece ter vindo diretamente do Tártaro, a turma das meninas populares que infernizam sua vida, enfim, todos os elementos de ser adolescente num lugar diferente. Tem que enfrentar a escola, manter em segredo muito do que acontece das amigas que deixou na Califórnia. E além disso tem que ser uma das melhores no time de corrida, formada por descendentes de deuses.

[Quando corro, sei que estou viva.

Todo o resto aguarda.

Passo, passo, passo, respira. Passo, passo, passo, respira.

Este padrão é o meu conforto.

Nada mais do que aconteceu hoje importa. A loucura que cercou minha vida se esvai. Na minha cabeça estou em casa – correndo na praia com meu pai, ele grita me encorajando, pedindo que eu me esforce. Nada de deuses, meia-irmã malvada ou meninos que embaralham meus pensamentos. Só sei que estou correndo e me sinto perfeita.]

Alguns dos desdobramento da história são previsíveis, mas não espere muitas menções aos deuses gregos. Aqui, a história é de uma adolescente que chega em um lugar novo e precisa se adaptar. Mesmo com tudo parecendo ir contra.

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Resenha: Essa Garota (Slammed 3)

ESSA_GAROTA__VOL_03_1405535756BLivro: Essa Garota

Série: Slammed 3

Autora: Colleen Hoover

Editora: Galera Record

[SINOPSE:O último volume da série Slammed continua e revisita a história de Will e Layken, cujo amor venceu os mais árduos obstáculos: proibições, impedimentos, ciúme, tragédia. Mas, depois de tudo isso, os dois, agora casados, começam a se sentir seguros do incrível sentimento que os une. Quando em sua lua de mel, Lake quer saber tudo sobre o marido, Will, reticente, desembaraça os nós da própria história. Revisitamos os bons e maus momentos. E aprendemos alguns fatos chocantes… O futuro de Will e Lake agora depende de como os dois lidarão com essas revelações…]

Não, este não é só mais um livro.

Essa série fala muito sobre superação (de problemas, perdas, dramas…), ver o lado bom das coisas, fazer seu próprio destino… essa é a minha visão sobre esta série.

Quem está lendo esta resenha, com certeza já deve ter lido Métrica e Pausa, os primeiros livros da série Slammed, sendo assim, você já conhece, já sorriu e/ou chorou com os personagens desta história, Will e Lake, a incrível mãe de Lake(Julia), Kel e Caulder, os amigos Eddie e Gavin, a inteligente Kiersten, mas talvez você não conheça tanto o Will Cooper quanto há dele neste livro.

Calma, o livro não é uma repetição dos outros na visão dele, o livro é muito mais que isso!

O livro começa na lua de mel do casal Will e Lake, e entre momentos românticos – e muito, muito fofos – e quentes de sua lua de mel, Lake pergunta  a Will a versão dele de algumas partes da história deles. E é claro que estes momentos são cheios de dramas e amor, mas muitas coisas só fazem ver o tanto que o Will sempre amou Lake, em todos os momentos.

- Uma coisa legal aconteceu naquela noite – diz ela. – Se lembra da conversa que tivemos quando fomos levar o lixo para fora: Quando me contou como foi a primeira vez que me viu?

Assenti.

– Essa foi a parte legal do meu dia. Viver aquele momento com você. Todos os pequenos momentos que nós dois tínhamos juntos eram as partes legais dos meus dias.

Tantas coisas da versão do Will causam sérios suspiros involuntários de fofura, coisas que pra ele foram muito diferentes. O fato deles terem sido obrigados a permanecerem separados dói em Lake, mas na visão do Will também foi muito doloroso em ler, ele tinha que lutar contra o amor que sentia, por se ver obrigado a cumprir sua responsabilidade como “chefe de família”… dói ver o quanto ele sofre quando, ficar perto de sua garota, é tudo que ele deseja.

Quando eu falei que este não é só um livro, é totalmente verdade, esse livro traz uma abordagem de história diferente e inovadora – em minha visão, o jeito que foi dividido, entre o presente e a lembrança, foi uma perfeita divisão.

Não se preocupe, o livro não se trata apenas de lembranças, o epílogo do livro me fez “vomitar arco íris” sem parar, foi uma perfeita maneira de terminar uma história tão linda e forte. Me surpreendeu também – e de novo – o que a Julia deixa para Lake e Will especialmente para este momento final.

Final perfeito! Leia este livro, leia e releia a série inteira, se aventure, sorria e chore sem medo, e especialmente.. vivencie e aprenda sobre toda essa força.

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The Dickens Tavern em Londres

Olá gente, tudo bem? Não sei se alguém percebeu, ou sentiu minha falta nas duas últimas semanas – a dramática – mas eu tive uma pausa do blog por uma ótima causa: férias. E essas férias foram mágicas, a realização de um sonho antigo e que eu imaginava estar muito distante da minha realidade, mas que com muito esforço e uma enorme dose de sorte foi realizado. Como o título do post deve ter entregue, eu passei parte das férias em Londres, na verdade rolou um mini tour pelo Reino Unido e dois dias em Paris (YAY, VÁRIOS YAYS!).

Ok, eu não vou entrar em detalhes sobre a viagem em si, até porque o Bookeando é um blog de literatura e não de turismo, o foco vai ser em locais de relevância literária que visitei. Mas é claro que se quiserem dicas sobre outros passeios e aspectos da viagem, eu ficarei muito feliz de responder a todos nos comentários.

Bem, logo na noite de chegada, dia 16 de novembro, demos de cara com vários pubs muito charmosos nos arredores do nosso hotel, que ficava em Paddington, e um deles chamou muito a atenção e eu sabia que tinha que entrar lá para conhecer: The Dickens Tavern.

dickes tavern

Como o nome entrega, este pub inspira-se em Charles Dickens na sua decoração, e além disso é o pub que está há mais tempo em funcionamento em Londres e nem os funcionários de lá sabiam dizer com certeza exata desde quando o pub está aberto, mas chutam que foi fundado em torno de 1880, uns dez anos após a morte do autor.

Para quem ainda não está familiarizado, Charles Dickens foi um famoso autor da Era Vitoriana Inglesa, e suas obras mais famosas incluem Oliver Twist, Um Conto de Natal e David Copperfield (dentre dezenas que poderia citar).

A decoração do lugar segue bem a atmosfera que sentimos ao ler os romances e contos do autor, além de ter um cardápio recheado com comida típica inglesa, uma boa seleção de cervejas locais e diversos drinks. A culinária Inglesa não é fenomenal, mas a comida é ok, as porções são beeeeem generosas (dá tranquilamente pra dividir entre dois adultos), e o preço não é incrível, mas é justo.

Abaixo deixo uma galeriazinha com as fotos que tirei por lá, e peço desculpas pela emoção do primeiro dia eu não ter feito o ajuste correto pra captura das imagens, então vai rolar aquela explosão de luzes, mas prometo que as próximas estão bem melhores!

Às terças e sextas vão aparecer novos posts com o conteúdo das férias, ok? E se quiserem dar uma olhada completa no cardápio, é só clicar aqui.

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Game of Thrones | The Power of the Sight: primeiro teaser da Quinta Temporada

O perfil oficial no twitter da série Game of Thrones, divulgou o primeiro teaser oficial para a quinta temporada. Nele, temos alguns segundos de Arya Stark tendo visões de seu passado e o vislumbre de portas em Preto e Branco (leitores d’As Crônicas entenderão). Depois de tantas notícias desanimadoras de cortes e adaptações que desagradaram os fãs, será que teremos boas notícias?

GoT Receive the Power of the Sight

A quinta temporada de Game of Thrones ainda não tem data de estréia definida, mas deve ocorrer no segundo bimestre de 2015.

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Review em Dose Dupla | Jogos Vorazes: Esperança – Parte 1

Na última semana, aconteceu a estreia mundial do filme Jogos Vorazes: Esperança – Parte 1, adaptação da primeira parte do terceiro livro da autora Suzanne Collins. A série é distribuída pela empresa Paris Filmes, e que teve a maior estreia do ano nos EUA e no Brasil, foi nada mais, nada menos que a maior estreia da história do país em número de salas de cinema. Diante desse fenômeno, resolvemos discutir o que gostamos e os pontos que deixaram a desejar na adaptação, num Review duplo, feito por mim Lica (Preto) e pelo Rafa (Azul).

Jogos Vorazes Esperança Parte 1

ATENÇÃO! Se você não viu o filme ou leu o livor, esse review contém spoilers sobre a série e pode estragar a sua surpresa de ir ao cinema…

[SINOPSE: Após ser resgatada do Massacre Quaternário pela resistência ao governo tirânico do presidente Snow (Donald Sutherland), Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) está abalada. Temerosa e sem confiança, ela agora vive no Distrito 13 ao lado da mãe (Paula Malcomson) e da irmã, Prim (Willow Shields). A presidente Alma Coin (Julianne Moore) e Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman) querem que Katniss assuma o papel do tordo, o símbolo que a resistência precisa para mobilizar a população. Após uma certa relutância, Katniss aceita a proposta desde que a resistência se comprometa a resgatar Peeta Mellark (Josh Hutcherson) e os demais Vitoriosos, mantidos prisioneiros pela Capital.]

Somos transportados para o Distrito 13, onde há uma hierarquia e um preparo para uma possível guerra a favor da revolução, e Katniss acaba sendo a peça chave e Marqueteira do processo TORDO (infame). Diante da campanha Katniss tem que driblar os sentimentos por Peeta, embasado na proposta de salvar o povo de PANEM que veste a causa e acaba sofrendo na mão do Presidente Snow. As passagens do Distrito são lentas, porém as injustiças da Guerra são frias e remetem ao fã muita tristeza, a série que nos alimentava com sua carnificina, fica mais séria quando demonstra as perdas irreversíveis  de cada personagem a passagens cruentas de homicidios monstruosos.

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Ok! Pelo visto eu farei o papel do chato nesse Review… Vamos concordar que Jogos Vorazes é muito bem adaptado (até demais nesse terceiro), porém é um filme de ação e violência para toda a família, incluindo a vovó! Afinal, quando você fala em carnificina temos a ausência de sangue. Nunca vi alguém tomar um tiro, uma flechada ou um arpão no peito e não deixar escorrer uma gota de sangue (e tudo por uma classificação mais baixa, o que leva a mais dinheiro!). Isso faz com que o filme perca um pouco do impacto.

“Esperança” para mim é o livro visceral da Trilogia Jogos Vorazes. Eu estava muito ansiosa para ver o resultado. Nada romântico, esse filme é  repleto de politicagem e a busca pela democracia do subconsciente de cada leitor, onde Katniss não tem tempo de ser mais a Catnip, onde tudo ganha um novo valor, uma nova visão. Quebrando esteriótipos, com um clã de anti-heroínas grande, “Esperança Parte 1″ serve para acender a chama do que vem na Parte 2 e preparar os corações oprimidos.

Concordo com você em partes! Tem tudo isso, porém o fio condutor de toda a revolta para a Katniss é o resgate do Peeta, não acha? De Jogos Vorazes vamos para Revenge! Toda essa primeira parte do último filme pareceu uma grande busca pelo amor perdido, com a revolta em segundo plano. Mas não posso reclamar de tudo, o visual do filme continua impecável, os personagens aparecem na medida certa e a Presidente Alma Coin foi muito bem interpretada!

“Se nós queimarmos, você queimará conosco”

“Humpf!” (Suspiro de Katniss na cena do riacho)

Alguns personagens mesmo assombrados pelo comunismo do Distrito 13, não perdem o carisma como Effie e Finnick (que se torna maduro com  a sua confissão crua dos acontecimentos na capital). Ofuscado pela fotografia de guerra, esquecemos dos luxuosos trajes da Capital. As cenas no Distrito se tornam lentas, quando deveriam ser apenas demonstrar tensão pré-conflitos. Uma coisa que não me conformou (dado pelo meu lado Medica Veterinária) foi o aparecimento do gato ruivo, que antes era preto e branco.

Jennifer-Lawrence-The-Hunger-Games-Mockingjay-Part-1

Juro que nem lembro da cor do gato! O que não me sai da cabeça é que para mostrar toda essa estrutura do Distrito 13, a revolta e até mesmo um pouco da construção dos personagens nesse mais novo lado “soldados da revolução”, eles fazem com que a Katniss retorne DUAS vezes ao Distrito 12 para fazer a mesma coisa, além de se indignar pela tragédia nas duas vezes consecutivas? Estranho… Sem contar que a revolta dela, no Distrito 8, cresce depois que ela derruba um dos cruzadores em cima do hospital “secreto” repleto de doentes (momento Trapalhões).

O mais estranho no filme é que a busca pelo Peeta e a revolta de Katniss contra o Presidente Snow ficam em primeiro plano quando temos passagens muito importantes, como a história que o Odair conta ou até mesmo o peso da Presidente Coin e a mudança brusca que o Gale teve. Isso tudo para levar no clímax do Peeta e não terminarem o filme com a paulada que ele toma ao atacar a Katniss? E isso tudo depois de 1h de enrolação e apenas 1h de coisa útil no filme? Ah! Não…

Colocando os prós e contras no papel, a primeira parte de Esperança me cativou, mesmo com a trama levemente lenta e fria para quem não se apega aos personagens, eu gostei mesmo, me emocionei, e percebi que eles tentaram ser bem fiéis aos principais acontecimentos do livro. Quer se emocionar? Chorar pelo Peeta garoto pão e ainda mandar que a Dilma e o Aécio queimem com o Tordo, vá conferir o filme que na minha opinião é a diversão perfeita para nenhum fã botar defeito!

Eu vou terminar o review e continuar achando que de todas essas modinhas de dividir o último filme em duas partes, A Esperança – Parte 1 conseguiu ser mais chato que a primeira parte do fim de Harry Potter e só não perdeu para Crepúsculo! A única parte boa do filme foi Jennifer Lawrence cantando Hanging Tree, fora isso o filme é muito lento e arrastado. Um verdadeiro caça-níquel que fracassou ao perder o gancho do clímax no final para uma cena morna que (TALVEZ) me deixasse sair do filme empolgado e curioso, apenas pelo final, mas que fez com que eu saísse de lá reclamando e revoltado.

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Star Wars | Herdeiro do Império será lançado na JediCon 2014!

Já anunciamos aqui o lançamento de Herdeiro do Império, o primeiro volume da aclamada Trilogia Thrawn e a sequência de Star Wars no universo expandido da série. Hoje retornamos com informações oficiais que a Editora Aleph ao Bookeando.

Atenção fãs! Anunciado como atração da Comic Con Experience, devido à presença do autor Timothy Zahn no Brasil, o livro também será lançado e vendido durante a JediCon 2014, no dia 30/11 (clique aqui e confira a página com mais informações sobre o evento). Uma semana antes para você já ter o seu exemplar em mãos!

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Escrita pelo norte-americano Timothy Zahn, que chegou à lista dos mais vendidos do jornal The New York Times. Desde o lançamento, a obra tem sido aceita pelos fãs como a verdadeira continuação da trilogia original. A trama do livro se ambienta cinco anos após os eventos vistos no filme Star Wars Episódio VI – O Retorno de Jedi, quando a Nova República combate os últimos focos de resistência do Império e Luke, Leia e Han Solo enfrentam a ameaça das forças reunidas pelo Grande Almirante Thrawn, provavelmente o maior gênio em estratégia militar já conhecido.

A editora Aleph irá lançar mais 19 livros da saga em 2015 e 2016. Entre eles, Kenobi, de John Jackson Miller, que está previsto para fevereiro de 2015. A ilustração de capa, especialmente criada para essa edição da Aleph, é assinada pelo ilustrador francês Marc Simonetti, responsável pelas capas dos livros da série As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin.

[Sinopse: Luke, Han e Leia enfrentam uma nova ameaça. Cinco anos após a destruição da Estrela da Morte, a ainda frágil República luta para restabelecer o controle político e curar as feridas deixadas pela guerra que assolou a galáxia. O Império, porém, parece não ter morrido com Darth Vader e o imperador. Habitando os confins da galáxia, o grão-almirante Thrawn, gênio militar por trás de diversas ações imperiais, ainda luta para reconquistar o poder perdido. A bordo do destroier estelar Quimera, ele descobre segredos que lhe darão a chance de destruir definitivamente o que restou da Aliança Rebelde, para assim retomar o domínio da galáxia e controlar os últimos dos Jedi. Herdeiro do Império é considerado um dos mais importantes marcos do universo expandido de STAR WARS.]

Participe da JediCon 2014, com a presença dos tradutores do livro em bate-papo com os fãs, além de conhecer pessoalmente o autor Timothy Zahn durante a Comic Con Experience, no workshop que ele fará sobre roteiro na quinta e no painel sobre Star Wars no sábado.

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Resenha – Maré Vermelha (Crônicas dos Senhores de Castelo – Livro 3)

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Livro: Maré Vermelha

Série: Crônicas dos Senhores de Castelo

Autores: G. Brasman e G. Norris

Editora: Verus Editora

Cuidado! Essa resenha pode conter spoilers da série As Crônicas dos Senhores de Castelo! Continue lendo por sua conta e risco…

[Sinopse: O planeta Kynis está em crise. Diante da guerra iminente entre as duas nações irmãs, o Rei Dragão ora para Seath, o Deus Verdadeiro, enquanto dragões e soldados transformados patrulham os limites da ilha-reino em eterna apreensão. No continente, os treze distritos formam um poderoso conglomerado industrial movido a vapor, cujas máquinas fumegantes de guerra estão prontas para lutar em nome do lucro. No meio deste embate da força do vapor contra a fúria da natureza, o Bobo e o Ladrão seguem a pista de um objeto valioso e acabam colocando suas vidas em risco. Sem saída, só resta a eles buscar a ajuda de Kullat. Mas um indício do paradeiro de Volgo faz com que Kullat enfrente um dilema: cumprir sua missão de evitar a guerra em Kynis, capturar o mago rubro ou salvar seus amigos?]

Maré Vermelha, o terceiro volume das Crônicas dos Senhores de Castelo, que eu tiver o prazer de ser Beta Reader, é um verdadeiro ‘tour’ por todas as emoções e sentimentos que passamos ao longo de nossas vidas! Nesse livro, Thagir, Kullat, Laryssa e Azio estão em diferentes pontos do Multiverso, pela primeira vez.

Thagir, que havia aberto mão da Ordem no final do segundo livro, está vivendo com sua família, Kullat, ainda na Ordem treinando novos Guerrins,Laryssa em busca de se tornar uma Senhora de Castelo e Azio viajando por todo o Multiverso em busca de outros Binátios.

O começo do livro nos motra o Ladrão e o Bobo tentando recuperar, para Thagir, um bracelete com uma jóia que lhe foi roubado, a fim de pagar por uma dívida que eles tinham com o Castelar, porém, acabam sendo presos, mas antes, conseguem avisar Kullat do ocorrido. Não podendo ser pior, esses dois foram presos em Kinys, um planeta que estava a ponto de estourar uma guerra.

O conselho da Ordem manda Kullat e Nahra, uma Senhora de Castelo meio humana, meio loba em uma missão diplomática para Kinys, para tentarem evitar essa guerra, que traria horrores para todos os Quadrantes do Multiverso.

Kullat, então, se vê num verdadeiro dilema: ajudar seus amigos ou cumprir sua  missão para com a Ordem? Envolver Thagir, que agora vive pacificamente com sua família, para ajudá-lo?

No meio de conflitantes emoções, Laryssa, que ainda morre de amores por Kullat está despertando um sentimento desconhecido em Azio, em razão de seus desabafos com ele sobre Kullat e sobre seu envolvimento com outro Castelar.

Também temos outros personagens apaixonantes nesse livro: Sumo e seu amiguinho Slurg, seu bichinho de estimação, trazem uma sensação de inocência, sinceridade e amizade para atrelar à essa “maré” de emoções que é esse livro.

Com novos quadrantes, novas espécies e novos personagens, Maré Vermelha mostra a ascenção dos Senhores de Castelo em um vasto Multiverso antes desconhecido. E além de tudo isso, agora, temos um Ilustrador oficial dos Senhores de Castelo! Rafael Filipe Alves, conhecido como Pen, assume definitivamente os traços da série literária.

Os autores, G Brasman e G Norris expandiram os universos conhecidos nos outros dois livros, O Poder Verdadeiro e Efeito Manticore, fazendo com que fiquemos presos à cada cena, diálogo, descrição, enfim, à tudo! É o livro que vai te deixar sem dormir até você acabar e, quando acabar, não espere por ver onde  mais eles poderão chegar!

Eu, como uma Castelar da Primeira Legião (sim, tenho até um certificado), beta reader, e quem assina a orelha do livro (vê lá o que eu fiz!) devo dizer que esse é o melhor livro da (por enquanto) trilogia!

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Confira o trailer do jogo Game of Thrones da Telltale!

A Telltale acaba de revelar o primeiro trailer do seu novo jogo de Game of Thrones.

Narrado por Cersei pela própria Lena Heady, o trailer mostra não somente a sagaz Lannister, mas também seu irmão Tyrion, Margaery Tyrell e Ramsay Snow, todos serão dublados pelos atores da série da HBO, com quem o jogo está sendo feito em parceria.

O trailer promete o episódio 1: Iron from Ice estará chegando “Em Breve” mas ainda não recebemos uma data específica além de 2014.

No press release a Telltale também entrou em mais detalhes sobre os cinco personagens que iremos controlar e como o jogo nos levará desde Ironrath da Casa Forrester até lugares familiares para aqueles que assistem a série como King’s Landing e a Muralha.

“Cada um dos cinco personagens será um membro da família leal a casa Stark ou alguém em serviço a Casa Forrester. Em lugares espalhados por Westeros e Essos cada um dos personagens deverá fazer escolhas drásticas e fazer sua parte para garantir a salvação da casa Forrester.

O fato de termos cinco personagens para jogar não somente reflete à grande escala do mundo de Game of Thrones, mas também é algo que o jogador deve manter em mente ja que as escolhas e ações de um personagem podem refletir e afetar outro e até mesmo toda a Casa Forrester. Multiplique as ações de um personagem por cinco e você realmente está jogando o Game of Thrones. Você vence ou você morre.”

O jogo estará chegando para todas as plataformas: PM/Mac, Playstation 4, Playstation 3, Xbox One, Xbox 360 e iOS com plataformas adcionais prestes a serem anunciadas.

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Simplesmente Acontece, novo romance de Cecelia Ahern, ganha trailer e pôster

Foi divulgado o novo pôster e trailer de Simplesmente Acontece, o filme é uma adaptação do romance de Cecelia Ahern, autora conhecida pelo romance só de lembrar eu choro P.S. Eu Te Amo (que você pode comprar clicando aqui!).

O novo filme e que desde já promete ser um novo sucesso de adaptação literária tem Lily Collins (Instrumentos Mortais) e Sam Claflin (Jogos Vorazes: Em Chamas) no elenco.

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[SINOPSE: A trama acompanha a história de Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin), amigos inseparáveis desde a infância, que enfrentaram juntos os problemas do primeiro amor, primeira relação sexual e primeiras decepções. Quando Alex se muda com a família para os Estados Unidos, a distância acaba revelando que sentimento entre eles poderá ser mais do que uma amizade, o amor verdadeiro]

A direção é de Christian Ditter e o roteiro foi escrito por Juliette Towhidi. O elenco também conta com Tamsin Egerton, Christian Cooke, Art Parkinson, Suki Waterhouse, Jaime Winstone, Jake Manley, Lily Laight, Nick Lee, Marion O’Dwyer, Norma Sheahan, Aris Athanasopoulos, Jamie Beamish e Kris Edlund completam o elenco.

O lançamento é previsto para 8 de janeiro de 2015 no Brasil. Simplesmente Acontece já foi publicado pela editora Novo Conceito.

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Nova edição de Cinquenta Tons de Cinza será lançada pela Intrínseca

Depois do alvoroço da semana passada onde fora divulgado o primeiro trailer completo da adaptação de “Cinquenta Tons de Cinza” da autora E.L. James, a editora Intrínseca divulgou a nova edição do sucesso com direito a versão cinema, que chegará nas livrarias em janeiro.

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A história de amor -sqn entre o bilionário Christian Grey a estudante universitária Anastasia Steele estreia nos cinemas do Brasil em 12 de fevereiro, e tem no elenco Jamie Dornan e Dakota Johnson como o casal protagonista.

Não deixe de comprar suas edições da série Cinquenta Tons de Cinza, pelo link do Bookeando, e conferir nosso especial sobre a série de livros e a adaptação para o cinema.

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Resenha: Bem-casados (Quarteto das Noivas 3)

BEMCASADOS_1400481116BLivro: Bem-casados

Série: Quarteto das Noivas

Autora: Nora Roberts

Editora: Arqueiro

Conheça a série Quarteto de Noivas antes de continuar com a resenha! Leia nossos comentários e crítica dos outros livros da autora Nora Roberts.

[SINOPSE: Bem-casados, terceiro livro da série Quarteto de Noivas, é uma linda história sobre a doçura do amor. Quando terminar de lê-lo, você terá certeza de que os sonhos podem se realizar das formas mais inesperadas. Parker, Mac, Emma e Laurel, amigas de infância, ganham a vida realizando o sonho de inúmeros casais apaixonados. As quatro são proprietárias da Votos, uma empresa de organização de casamentos. Após ter trilhado um caminho muito duro para conseguir ser alguém na vida, Laurel McBane se tornou a criadora dos bolos e quitutes mais lindos e saborosos do estado. Ela preza sua independência acima de tudo e não aceita que ninguém interfira em suas decisões. Talvez por isso, apesar do sucesso profissional, ainda não tenha se entregado ao amor. Apaixonada desde sempre por Delaney Brown, irmão de Parker, ela nunca teve coragem de revelar seus sentimentos. Afinal, sabe que é como uma irmã para ele. Advogado da Votos, Del se sente responsável por cuidar não só dos assuntos burocráticos da empresa, mas também do bem-estar das quatro sócias. Porém, sua postura paternalista e superprotetora começa a gerar desentendimentos entre ele e Laurel. Mas essas diferenças de opinião também fazem ferver uma química que vinha cozinhando em fogo brando havia muito tempo, acendendo uma faísca que eles não sabem se conseguirão – ou se querem – conter. Agora Laurel e Del precisarão conciliar suas convicções e personalidades para que o orgulho não fale mais alto que a paixão.]

Uma coisa que eu nunca vou me cansar de dizer sobre esta coleção: Eu nunca me cansaria de uma amizade como essa. Aliás, o que eu mais gosto do Quarteto das Noivas, é como Parker, Laurel,Emma e Mac são amigas desde sempre, moram na mesma propriedade, trabalham juntas fazendo o que amam fazer e, sempre terão a amizade para enfrentar qualquer coisa.

Em segundo plano, e não menos importante, temos o romance. E em Bem-casados, chegou a vez da confeiteira da Votos, Laurel, contar a sua história; desde o Álbum de Casamento, Laurel sempre foi a mais “pé no chão” com relação ao amor, mas isso é o que dava a entender, não o que é de verdade, já que ela sempre foi apaixonada – louca e caída de amores – pelo Del, irmão de Parker.

Alheio a esse amor, Delaney Brown, é o advogado da Votos, e  se considera o protetor – ou macho alpha – das quatro amigas, além de ser um fofo em tempo integral.

Tudo se transforma quando, num ataque de “fúria”, Laurel, da um beijão no Del, que fica sem reação no momento, pensativo depois e imaginando se o beijo foi uma brincadeira.

Para algo do tipo, eu esperava mais, muito mais deste livro, ele meio que me decepcionou, já que o romance entre Del e Laurel acontece de uma hora para outra, eles sempre conviveram juntos e descobrem o amor em 5 minutos? Será que perdi algo no meio do caminho? É essa a minha sensação. Apesar disso, não posso negar que o casal fica muito bem juntos.

 – Não podemos admitir isso, podemos?

– Os números não mentem. Agora a parte da múltipla escolha. A) você me leva para casa; b) eu chamo um táxi; ou c) eu fico.

– Deixe-me pensar. Letra c.

Ele a agarrou e a beijou.

– Resposta correta.

Neste livro, também conheceremos um pouco mais de Malcolm – lembra do mecânico que arrumou o carro de Emma em Mar de Rosas? – e ele acaba se tornando da “turma Votos” depois que todos passam mais tempo juntos, e isso já serve como uma prévia de Felizes para Sempre, já que Parker também precisa ter o seu grande amor.

Apesar deste livro não ter atendido todas as minhas expectativas, ele é leitura obrigatória para quem está acompanhando esta coleção, e digo mais, estou MUITO ansiosa para ler a história da Parker em Felizes para Sempre, que já está a venda.

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Resenha: Cemitérios de Dragões

Cemitérios de DragõesLivro: Cemitérios de Dragões

Série: Legado Ranger

Autor: Raphael Draccon

Editora: Fantástica / Rocco

[Sinopse: Um soldado de elite do exército americano desaparecido em uma missão no Afeganistão.

Uma africana guerrilheira crescida em meio a conflitos étnicos de Ruanda

Uma garçonete irlandesa praticante de artes marciais mistas.

Um hacker brasileiro descendente de orientais.

Um dublê francês mestre em Parkour.

Cinco realidades distintas.

Um fenômeno desconhecido faz cinco pessoas, sem qualquer conexão e espalhadas pelo planeta Terra, acordarem em diferentes regiões de uma realidade devastada por um império de reptilianos e assolada pela escravidão. Os cinco iniciam uma jornada em busca de respostas para sobreviverem no centro de uma guerra envolvendo criaturas fantásticas e demônios dispostos a invocar perigosos seres abissais para servirem a seus propósitos. Porém uma entidade pretende conectar o destino dos cinco humanos e armá-los com uma tecnologia construída à base de metal-vivo, magia e sangue de dragões. Uma tecnologia jamais vista naquela ou em qualquer outra dimensão, capaz de gerar heróis de metal. Batalhas empolgantes, romance e magia. Esse é o universo épico de Cemitérios de Dragões, inspirado em uma visão adulta e sombria das antigas séries Tokusatsu, como Jaspion, Changeman, Flashman, Ultraman e tantas outras, que marcaram a infância de toda uma geração.]

Derek, americano, é escravo em uma mina aparentemente vulcânica, dominada por seres draconianos. Em outro lugar, Ashanti, africana, treina junto com monges. Romain, francês, é preso e condenado a morte, juntamente com Daniel, brasileiro descendente de japoneses. Amber, irlandesa, conhece Derek quando ocorre uma fuga em massa.

Reunindo uma série de referências que nos são familiares, o autor traz uma nova série onde fantasia e tecnologia convivem, em um mundo com criaturas fantásticas, com um quê de steampunk. Cinco “terráqueos” (ou digamos “humanos”), que não se sabe por qual motivo foram transportados para uma dimensão inóspita, que está em guerra iminente, com seres draconianos.

A referência mais forte é aos “Super Sentai” e Tokusatsu, grupo de cinco heróis, com “armaduras especiais”, tais como Changeman, Flashman e Power Rangers, mas encontramos citações a Star Wars, Matrix, sem mencionar que os arquétipos dos personagens lembram em muito Caverna do Dragão.

Maior parte da história se ateve ao mostrar um pouco sobre os personagens, mas achei que a reunião do grupo acabou sendo um pouco rápida, assim como a “transformação”, assim digamos. Para uma série, o desfecho foi satisfatório, o que nos resta esperar pela continuação.

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Resenha: O Sangue do Olimpo

Bookeando O-Sangue-do-OlimpoLivro: O Sangue do Olimpo

Autor: Rick Riordan

Série: Os Heróis do Olimpo

Editora: Intrínseca

[Sinopse: No desfecho da série Os heróis do Olimpo, os tripulantes gregos e romanos do Argo II têm feito progresso em suas constantes missões, mas ainda não estão nem perto de vencer a sanguinária Mãe Terra, Gaia. Os gigantes estão de volta mais fortes do que nunca , e os semideuses precisam impedi-los antes da Festa de Spes, momento em que Gaia planeja despertar, derramando o sangue do Olimpo.]

Atenção: esta resenha foi feita por uma fangirl, pode conter doses pesadas de sentimentalismo, nostalgia, ataques de pelanca, entre outros momentos altamente constrangedores. Há potenciais revelações da estrutura do enredo, mas nenhum spoiler explícito de O Sangue do Olimpo, porém há spoilers significativos dos livros anteriores da série.

Como lidar com o último livro de uma série que você amou e fez parte significativa de alguns -vários- anos da sua vida? Ainda mais quando rola aquele pânico básico do volume final não fazer jus a toda bagagem anterior?

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O que falar desses acampamentos de semi-deuses que considero pacas? Bem, nós passamos por anos de livros maravilhosos com os heróis do acampamento meio sangue e júpiter, passamos por vários livros spinoff, complementares, manuais, DIY… Enfim, foi uma franquia que rendeu. Rendeu muita coisa boa, eventos (quem não lembra que a gente já foi há algum tempo atrás o Olympians Universe?), e também rendeu dois filmes que né…

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Bom, deixa os filmes pra lá…

O negócio é que Percy Jackson foi, e é a very big deal pro pessoal aqui do Bookeando and agregados. Ainda mais pra mim, que encontrei no cabeça de alga, o primeiro herói protagonista que me agradou por completo: um verdadeiro herói, com defeitos e qualidades balanceados, que nunca fugiu de suas missões ou seu destino. E saber que não vamos saber mais da vida, aventuras, e altas confusões dos nossos semideuses favoritos, ou das tretas entre deuses, titãs e monstros mitológicos greco-romanos é muito, muito triste.

Voltando ao enredo do livro, a história começa após Percy e Annabeth terem escapado do Tártaro e fechado as portas da Morte. Porém, o mundo continua tomado por seguidores de Gaia, que farão de tudo para despertá-la. A história está dividida em dois núcleos, em um deles Reyna, pretora do acampamento Júpiter, Nico (filho de Hades) e o sátiro/treinador Hedge têm a missão de transportar a estátua da Atena Partenos desde o mundo antigo de volta ao acampamento meio-sangue – que encontra-se cercado pelos semideuses romanos da décima segunda legião – como uma oferta de paz e união entre os acampamentos grego e romano. Porém, eles terão em seu encalço um caçador implacável e Nico quase sendo sugado pelas sombras que usa para se transportar.

Em outro núcleo, temos os ocupantes do Argo II, Leo (filho de Hefesto), Percy (filho de Poseidon), Annabeth (filha de Atena), Frank (filho de Marte), Hazel (filha de Plutão), Piper (filha de Afrodite) e Jason (filho de Júpiter), viajando por terras gregas em direção a Acrópole para impedir que Gaia desperte, porém o sangue de dois deles deverá ser usado para o sacrifício. Enfrentando um continente recheado de monstros letais, dois deles estão correndo para o próprio sacrifício, e como previsto na profecia, um deles não sairá vivo da missão.

Vai ter gif triste sim, e se reclamar vão ter dois!

Vai ter gif triste sim, e se reclamar vão ter dois!

Daqui para frente, segue a análise do livro que contém potenciais, porém pequenas revelações do enredo. Nada apontando um dedo “FULANO VAI MORRER!”, mas coisinhas que são essenciais para entenderem a nossa opinião.

Como aconteceu com Cronos em O Ultimo Olimpiano, Gaia é despertada e a batalha final vai ser no acampamento meio sangue, que está estourando em sua própria guerra. E aí eu preciso dizer, quando isso está para acontecer, há uma quantidade perigosamente pequena de páginas para o final do livro. Pânico e desespero definem.

A batalha mais legal de todo o livro é na Grécia e não no acampamento e não é o embate direto contra Gaia. É um acontecimento bem legal, que tinha potencial para quebrar todas as estruturas de todos os livros do Riordan, mas ainda assim ficou algo faltando, piscou, perdeu, sabem?

E o que falar da profecia? Pela primeira vez tudo acontece exatamente como a profecia diz. Não rola nenhuma pegadinha, não tem como contornar… Sei lá, ou os semideuses viraram experts em decifrar profecias de uns livros pra cá, ou o Oráculo de Delfos já foi melhor.

O núcleo Nico e Reyna, apesar de terem uma missão aparentemente menor e menos perigosa, é muito melhor desenvolvida e se mostra muito mais interessante de acompanhar que a do povo no Argo II.

No final das contas, o Riordan quis fazer um final para agradar gregos e romanos, e com isso não mostrou nada espetacular. Não que o livro seja ruim, mas é anti climático, morno, bem okay e nada além disso. Tem muitos finais abertos pro meu gosto (e suspeita de que devem rolar outros livros daqueles extra, com contos de personagens), e nenhum acontecimento bombástico. Não é um final para acabar com a vida do leitor, ou deixá-lo absolutamente feliz e exultante, foi um final fácil. Ainda mais comparado com os dois livros anteriores, com Annabeth e Percy indo parar no Tártaro, e enfrentando o próprio deus dos monstros, que deixou, literalmente, os semideuses paralizados de terror, Gaia parece brincadeira de criança. Comparado com O Sangue do Olimpo, O Ultimo Olimpiano se mostra um final ainda mais genial, e por isso este fim definitivo fica um tanto ofuscado.

Ainda assim, com todos os pontos em que esperávamos mais, dá aquela sensação gigante de vazio de saber que acabou, nossa cota de magia olimpiana chegou ao seu desfecho.

Ainda assim, com todos os pontos em que esperávamos mais, dá aquela sensação gigante de vazio de saber que acabou, nossa cota de magia olimpiana chegou ao seu desfecho.

Eu esperava mais de você, mãe terra… Mas vou sentir muita saudades Percy!

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Stephen King lança Revival, o seu 89º livro

stephen-king-revivalAinda sem nome em português, “Revival” é o 89º livro do SK. Lançado dia 11 de novembro (tô atrasada, eu sei), o título foi lançado e as críticas concordam que esse é mais um dos Tops do autor.

Nossa querida editora Suma de Letras já nos avisou que o livro será lançado aqui no Brasil no começo de 2015, entre outros títulos como o “Full Dark, No Stars“, que são séries de contos como já vimos em “Quatros Estações”.

Enquanto isso, ficamos a sinopse:

[SINOPSE: Em uma pequena cidade da Nova Inglaterra, mais de meio século atrás, uma sombra cai sobre um menino brincando com seus soldados de brinquedo. Jamie Morton olha para cima e vê um homem impressionante, o novo pastor da cidade, Charles Jacobs, que junto com sua bela esposa, vai transformar a igreja local.

Os homens e os meninos se apaixonam pela Sra. Jacobs , as mulheres e as meninas sentem o mesmo sobre o reverendo Jacobs – incluindo a mãe e a irmã de Jamie. Com Jamie, o reverendo compartilha um vínculo mais profundo com base em uma obsessão. Quando a tragédia atinge a família Jacobs, esse pregador carismático amaldiçoa Deus, zomba de todas as crenças religiosas, e é banido da cidade.

Jamie tem seus próprios demônios. Agarrado a sua guitarra desde os 13 anos de idade , ele toca em bandas por todo o país, vivendo o estilo de vida nômade. Em seus trinta e poucos anos – viciado em heroína, encalhado, desesperado – Jamie encontra Charles Jacobs novamente, com profundas consequências para os dois homens. Seu vínculo torna-se um pacto para além até mesmo da concepção do Diabo, e Jamie descobre que “renascimento” pode ter muitos significados.]

No começo de novembro também tivemos o lançamento aqui no Brasil de “Doutor Sono” (Doctor Sleep), a continuação de “O Iluminado” (clique aqui para saber mais sobre esse título), que, em breve, traremos a resenha para vocês!

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Confira o primeiro trailer de Insurgente

A Summit revelou o teaser trailer de Insurgente, sequencia da série Divergente. O trailer, repleto de efeitos visuais mostra Tris tentando salvar sua mãe em o que parece ser um dos seus medos.

Insurgente continua a histoória de Tris que junto com Quatro e outros aliados devem fugir de Janine, a líder da facção inimiga.

Além disso um novo poster do filme foi divulgado:

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Insurgent chega aos cinemas 20 de març0 de 2015.

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Casa Forrester confirmada no jogo de Game of Thrones

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A telltale soltou muitas informações sobre o jogo de Game of Thrones! Não apenas confirmaram que a casa Forrester será a familía protagonista, mas revelaram arte do jogo além do nome do primeiro episódio que lança ainda esse ano!

Entitulado Iron from Ice, o primeiro episódio nos apresentara no universo de George R.R. Martin visto pela produtora famosa por seus jogos estruturais e com foco narrativo. Com seis episódios que devem ser espaçados durante um período de seis a sete meses, o jogador poderá controlar cinco personagens, é o palpite dessa escritora que a cada episódio você obtenha controle de um membro da familia Forrester com suas escolhas culminando no sexto e último capítulo.

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A casa pode não ser popular com os que assistem a série da HBO, mas leitores dos livros a reconheceram pelo seu papel durante o quinto livro A Dança dos Dragões.

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Resenha: Resident Evil – A Conspiração Umbrella

Resident Evil A Conspiração UmbrellaLivro: A Conspiração Umbrella

Série: Resident Evil

Autor: S. D. Perry

Editora: Benvirá

Continuando com as nossas leituras do universo gamer, para a coluna Literatura & Games (não conhece ainda?! clique aqui!), chegou a hora de iniciarmos uma das franquias de maior sucesso mundial. Resident Evil, lançado em 1997 pela Capcom, ganha espaço dentre as obras de Literatura Gamer pela narrativa de S. D. Perry.

Diferente de outros livros do estilo Literatura Gamer, que atraem pela premissa da narrativa e o plot principal, o primeiro volume da coleção Resident Evil é ao mesmo tempo nostálgica e uma leitura obrigatória para os fãs da série. Longe de ser uma leitura ruim ou cansativa, muito pelo contrário, mas ao lado de outros grandes títulos com temática Zumbi, A Conspiração Umbrella funciona muito bem para os curiosos que querem começar nesse mundo macabro nos livros e nos games.

Na história voltamos ao primeiro jogo da série para acompanhar Chris Redfield, com sua determinação de membro da S.T.A.R.S, e Jill Valentine, com sua coragem sem limites, investigando o mistério nas redondezas de Raccon City e a Mansão Spencer, com pessoas que desaparecem ou são achadas semi-devoradas. Após o desaparecimento da primeira equipe de investigação, o time Alpha, vai à montanha Arklay para apurar o acontecido. Ao chegarem no local, um ataque de cães selvagens obrigam Chris, Jill, Wesker e outros membros correrem para a Mansão que guarda os mistérios dos famosos mortos-vivos (ou zumbis) e a Corporação Umbrella.

O melhor da leitura desse livro é poder voltar aos meus 12 anos de idade quando joguei pela primeira vez o “jogo mais medonho do mundo” e poder vivenciar o suspense e aquele sentimento de desespero que a autora S. D. Perry conseguiu transpor brilhantemente para a narrativa. Outro ponto interessante de se comentar é que os puzzles que temos nos jogos também foram adaptados para os livros sem serem esquecidos ou até mesmo usados de forma gratuita. Os personagens realmente vão precisar de uma certa chave para abrir uma porta que nos levará à outro capítulo.

Tudo que temos nos jogos relacionado à franquia a autora fez questão de nos mostrar: personagens, vilões, criaturas, locais e o mais importante, ela aborda pequenos easter eggs importantes para o desenrolar da história que, se muito bem percebidos, já começam a levar o leitor para o caminho derradeiro dos vilões e personagens-chave para o futuro da série. Sem contar que conhecemos ainda mais de cada personagem por sairmos da visão simplista dos games para algo mais vertical que temos durante a narrativa.

Mesmo com uma narrativa simples e de leitura rápida, para atrair ainda mais os gamers familiarizado com os títulos lançados pela Capcom, o livro muitas vezes parece ser mais um jogo a ser uma obra literária. Mostrando a mesma história do primeiro jogo, com um complemento ao abordar os acontecimentos pelo ponto de vista de outros personagens e não somente de um único interator, como acontece nos jogos, Perry consegue nos causar medo, aflição e horror, colocando o leitor como espectador de um show de horror que chega ser agradável e introdutório para os próximos livros que a série ainda tem pela frente.

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Novidades sobre a adaptação do livro A Corrida do Escorpião

A Corrida de EscorpiãoA produtora Focus acaba de divulgar que está trabalhando na adaptação do romance maravilhoso de Maggie Stiefvater, A Corrida do Escorpião, projeto originalmente da Warner. O roteiro está sendo escrito pelo inglês Jack Thorne.

Ainda foram divulgados os produtores  David Katzenberg e SethGrahame-Smith pela adaptação do livro publicado em 2011, e ganhador de mutos prêmios.

“A Corrida do Escorpião” é publicado pela editora Verus no Brasil. Confira nossa resenha do livro aqui!

[SINOPSE: Esta história, adaptada de lendas celtas, fala da relação entre Kate Connelly e Sean Kendrick como eles competem uns contra os outros em uma corrida mortal em cima de cavalos de água que pode matar os seus pilotos. Apesar de todas as probabilidades, eles crescem ligados uns aos outros, mas só pode haver um vencedor. A data de lançamento ainda não foi anunciada.]

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Resenha: 007 – Os Diamantes são Eternos

Capa_Diamantes sao eternos.inddLivro: 007 – Os Diamantes são Eternos

Autor: Ian Fleming

Editora: Alfaguara

(Resenha escrita pelo amigo, Rafael Honorato, do Geração Empreende, e grande fã dos filmes e histórias do James Bond)

Quando diamantes ilegais começam a emergir no mercado americano e as autoridades não tem pistas de como eles estão sendo contrabandeados passando por dentro do Reino Unido, só há um homem que pode investigar e localizar os responsáveis.

Bond, James Bond!

Este é o plot da quarta obra de Ian Fleming narrando as aventuras do espião britânico mais amado do mundo. Lançado em 1956, com o título original de Diamonds are Forever, o livro ajudou a solidificar o sucesso do espião no mundo da literatura. Em 1971, o já cansado Sean Connery decidiu embarcar mais uma vez no papel de James Bond, no filme homônimo que trouxe uma série de mudanças em relação ao livro.

No Brasil, a Alfaguara relançou o livro clássico logo após relançar “Da Rússia, com Amor” (Moscou contra 007), “Viva e deixe Morrer” e “Goldfinger”. Cabe ressaltar o fantástico trabalho de design nas capas e a qualidade dedicada.

007 começa a missão tentando se infiltrar na organização para ganhar a confiança dos contrabandistas e determinar a rota desde Serra Leoa até os Estados Unidos. No caminho ele encontra a bela e durona Tiffany Case, que logo sente antipatia por Bond. Sem saber que este é o principal combustível para Bond se empenhar em conquistá-la.

Em meio a perseguições e tiroteios, Fleming não deixa a essência de Bond cair na superficialidade. Bond mostra que é mais do que um “dinossauro misógino, relíquia da guerra fria” e demonstra seus sentimentos como raramente deixa emergir.

A medida que Bond avança em sua missão, chegando cada vez mais perto do grupo criminoso que coordena a rede de contrabando não há como não lembrar da discrepância tecnológica daquele mundo para o mundo de hoje. Mas definitivamente, pouco faz falta a internet, GPS e comunicação instantânea quando Fleming demonstra bem sua experiência real em espionagem mostrando que tudo gira em todo de pessoas. Bond tem êxito conhecendo e estudando seus adversários como em um jogo sem cartas marcadas, assim como acontece em Las Vegas, outro ponto da rota de contrabando. Bond nos surpreende com suas decisões estratégicas e nos delicia com os comentários sarcásticos em torno da trama.

Fleming também surpreende adicionando a trama uma dupla de assassinos homossexuais que perseguem Bond e Tiffany Case tentando impedir a missão. É mais do que um tempero inesperado e que sem dúvida faz um elo com o mundo mais liberal quase 60 anos após a obra ser publicada.

Os Diamantes são eternos nos mostra um James Bond em seu auge, destemido e resiliente, mas que também carrega um coração dentro do peito. Talvez por conta deste balanceamento no personagem, Fleming tenha tido tanto êxito em sua carreira como autor.

Afinal, os Diamantes são eternos, James Bond também.

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