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Resenha: No Coração da Floresta

No Coração da Floresta

Livro: No Coração da Floresta

Autor: Emily Murdoch

Editora: Agir Now

Uma história simples, mas que mostra a força nas adversidades e do que somos capazes para protegermos quem amamos. Assim Emily Murdoch nos apresenta as irmãs Carey e Janessa.

Mais um livro da Agir Now que tem a proposta de trazer títulos com temática YA, mas com narrativas inovadoras, personagens envolventes e, por que não, mais próximos de nós. Afinal, Carey poderia ser uma vizinha, amiga, até irmã, como Vivian.

Pulando a sinopse oficial, que apresenta toda a trama proposta pela autora e que você pode ler clicando aqui, a história tem início com as irmãs Carey, 15 anos, e Janessa, 6 anos, sendo resgatadas do Bosque dos Cem Acres. Como seria a adaptação com esses “estranhos”? Quem seriam eles? Será que Carey está preparada para enfrentar a vida como uma adolescente “normal’? Como lidar com as lembranças antes da fuga para o bosque? Afinal, quem seria o homem pai de Carey?

Com uma narrativa simples e fluída, a autora consegue nos mostrar, pelos olhos de Carey, como lidar com essas mudanças e proteger Janessa, que nunca tinha vivido fora da floresta. Além dos problemas de adaptação, incluindo uma “meio irmã” que demonstra sentimentos um tanto ambíguos, as lembranças antes da fuga, tem a mudez da irmã, que percebemos que foi devido a um fato acontecido na floresta que Carey jurou que não contaria para ninguém.

Em suas lembranças, sabemos um pouco mais da vida das irmãs na floresta, da sobrevivência com as poucas provisões que a mãe lhes trazia ou com o que Carey conseguia caçar, das privações que passaram. Afinal, ela faz de tudo para cuidar e proteger a irmãzinha na ausência constante da mãe, com seus sumiços por períodos cada vez maiores, por causa de dependência química.

Com momentos de dar um nó na garganta, mesmo com acontecimentos até um pouco previsíveis, No Coração da Floresta é uma história cativante, em que nos identificamos com Carey. Quem nunca teve que se adaptar a alguma situação nova? Rever conceitos? Aprender a confiar? Ter forças para fazer algo, antes impensável, por quem amamos?

Para conhecer mais um pouquinho, confiram aqui o primeiro capítulo.

Gostou da nossa opinião sobre esse livro? Então clique aqui para comprar a sua edição física ou digital, pelo link do Bookeando e nos ajude a manter o site!

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Harry Potter | Peça “The Cursed Child” chegará aos palcos de Londres

Em breve o teatro londrino ganhará uma peça prelúdio do universo Harry Potter, que no momento está sendo desenvolvida por Sonia FriedmanColin Callender, com colaboração de J. K. Rowling.

bookeando harry

Os primeiros rumores da adaptação surgiram em 2013, quando Rowling declarou que estava trabalhando em um projeto sobre os primeiros anos de vida de Harry, antes de sua entrada em Hogwarts. Porém agora temos mais detalhes que a peça trará outros personagens já conhecidos dos leitores, e também mais detalhes da vida de Lílian e Tiago Potter antes de sua morte.

A peça deverá estrear no início do segundo semestre de 2016 no Palace Theater em Londres. O script está sob responsabilidade do produtor televisivo Jack Thorne e será dirigida por John Tiffany.

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Pottermore | J.K. Rowling libera conto sobre os Dursley

E não é só do mundo da magia que vive o Pottermore. O mais recente conto publicado por J.K. Rowling na sessão Cupboard under the stairs traz a história de como tia Petúnia conheceu Válter Dursley e como se desenvolveu ainda mais a animosidade entre eles e os Potter.

bookeando dursleys

Segundo o conto, Petúnia queria levar a vida mais comum possível, para se distanciar dos dons da irmã, e quando conheceu Válter logo se imaginou com uma aliança no dedo. E quando Dursley conheceu Tiago Potter, ele logo desenvolveu uma antipatia ao cunhado, falando sobre ele aos demais como uma espécie de mágico amador.

O conto ainda revela que o motivo da animosidade do tio diante de Harry era a semelhança física do garoto com o pai, assim como Snape.

Para ler o conto completo em Inglês, acesse o Pottermore.

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Resenha: O Perfuraneve

O PerfuraneveLivro: O Perfuraneve

Autores: Jacques Lob e Benjamin Legrand

Ilustrador: Jean Marc-Rochette

Editora: Aleph

Considerada uma das melhores HQ’s de ficção científica, O Perfuraneve finalmente chega ao Brasil com uma edição incrível (e pesada) complementada com O Explorador e A Travessia, sendo a primeira história original criada por Jacques Lob e os outros dois volumes escritos e ilustrados por Benjamin Legrand e Jean Marc-Rochette.

O Perfuraneve tem sua trama desenvolvida na terrível e eterna Era do Gelo, onde a sobrevivência humana parece impossível. Esse trem fantástico, de tecnologia revolucionária, é capaz de cruzar a Terra eternamente em moto-contínuo, abrigando os últimos representantes da espécie humana.

Criada por Lob, a primeira história serviu como base para adaptação do filme O Expresso do Amanhã, que acaba se tornando bem fiel aos elementos da Graphic Novel. Com uma arte limitada e com traços datados, a HQ não trabalha a caracterização dos personagens e até mesmo falha algumas vezes com a arte sequencial. Por se tratar de uma publicação de 1984, o grande trunfo está nas metáforas criadas por Lob ao trabalhar de maneira lúdica questões como desigualdade social, exploração dos recursos naturais, religião e crença, e extinto de sobrevivência.

Temos o nosso dia-a-dia adaptado para dentro do Perfuraneve: crenças religiosas, sociedade em castas, privilégios e desigualdade, doenças, autoritarismo e até mesmo a grande ignorância daqueles que nos governam. Tudo isso é mostrado por meio da jornada de Proloff, um sobrevivente dos vagões do fundo, e Adeline Belleau, uma assistente social. Mesmo que breve e com um final surpreendente ao não trazer um desfecho explícito, podemos notar pontos interessantíssimos e que foram revisitados nas duas histórias seguintes.

Em O Explorador, criado por Legrand após a morte de Lob, ainda com traços de Rochette, deixamos o Perfuraneve para embarcar no Desbrava-Gelo, em uma história que se passa 15 anos após o primeiro volume e num trem ainda mais sofisticado.

Com uma narrativa mais branda e com pouca capacidade de reflexão, desenvolve pontos inéditos como, por exemplo, ataques terroristas, conspirações, segredos e queima de arquivo. Mesmo servido de início para o que viria no próximo volume, Legrand consegue criar uma trama mais urgente e que envolve o abandonado Perfuraneve e seu perigo iminente. Sem muitos destaques para os personagens, o grande destaque fica para a construção da ficção política que é instaurada no Desbrava-Gelo.

O terceiro e último volume, A Travessia, me agradou muito e quase se tornou mais interessante que o original, principalmente por trabalhar ainda melhor a questão sobre religião. Isso sem contar a parte em que temos a política levada ao extremo, causando a aproximação dos religiosos e militares, a fim de um golpe para tomar o controle do Desbrava-Gelo. Ainda fraco ao desenvolver os personagens, inclusive por termos o casal de O Perfuraneve como base para comparações e não trabalha com as questões sociais da mesma maneira que Lob.

Ao final das três edições o leitor acaba ganhando muitas reflexões tiradas das poucas páginas, com discussões riquíssimas e atemporais sobre sociedade e política. Sem contar a moral de todas as três história, sobre o risco iminente da extinção humana.

A arte de Rochette evolui com a história e inclusive acompanha o salto de 15 anos entre a primeira e segunda publicação. Mesmo que sem uma melhora na arte sequencial, o que não atrapalha a leitura apenas deixando-a mais rápida, o traço evolui para um estilo mais refinado e atencioso ao trabalhar a sequência de quadros.

Toda essa qualidade artística é ampliada pela escolha acertiva da Editora Aleph com o papel dessa edição brasileira. Se existe um ponto negativo nessa edição, talvez seja a escolha da encadernação que, por causa das várias páginas e das folhas de alta gramatura, acabam rachando com o passar das páginas.

Após o término do último quadrinho, o leitor ainda tem o prazer e oportunidade de ler o artigo escrito por Jean-Pierre Dionnet, sobre O Perfuraneve e um pouco mais sobre Lob, além de belíssimas ilustrações de Rochette que foram usadas pelo diretor Joon-Ho Bong na adaptação da graphic novel para o cinema.

Em breve publicaremos nossa opinião sobre o filme O Expresso do Amanhã e a comparação com a edição de O Perfuraneve. Aguardem! Gostou da nossa resenha? Então aproveite a oportunidade para comprar o seu exemplar pelo link do Bookeando e nos ajude a manter o site!

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Resenha: O Planeta dos Macacos

O Planeta dos MacacosLivro: O Planeta dos Macacos

Autor: Pierre Boulle

Editora: Aleph

Fazia muito tempo que esperava pelo relançamento de O Planeta dos Macacos, pois quando tive o interesse de conhecer o livro na faculdade, já não existiam mais edições no mercado brasileiro. A minha opinião não poderia ser diferente, afinal estou diante de um dos livros mais brilhantes que já li até hoje! Pierre Boulle, em 1963, conseguiu provar o que o ser humano tenta evitar: um dia nós vamos deixar de existir como sociedade.

La Planète des Singes, o título original da obra, inicia com um casal em lua de mel pelo espaço em seu veleiro espacial, porém dá lugar à trama principal do livro ao encontrarem uma garrafa com um manuscrito de Ulysses Mérou, em que relata sua viagem intergalática ao lado do Prof. Antelle e o médico Levain até o sol vermelho, Betelgeuse. Ao encontrarem um planeta parecido com a Terra, que dão o nome de Soror, acabam encontrando um ambiente dominado por macacos enquanto homens são seres selvagens, capazes apenas de uivar.

É a partir desse momento em que nos afastamos do estilo de literatura mais comum do mercado editorial nos deparando com algo único. Uma narrativa capaz de brincar com questões sobre política, sociedade e cultura. Por meio de relatos e manuscritos que datam da dominação símia, Ulysses surge como a linha tênue entre a evolução dos macacos e a ignorância dos seres humanos, em que ele toma como missão pessoal auxiliar o entendimento da origem dos macacos e a vontade em auxiliar os humanos a voltarem a serem seres pensantes. Isso agrega também discussões sobre evolução e origem, sendo vista e montada pelo ponto de vista de um ser humano dividido por sua própria consciência cultural.

Boulle reconstrói como seria a vida de macacos como seres superiores, remodelando a arquitetura predominante de Soror, para comportar a vivência de seres que se movem como humanos, porém não deixam de utilizar as quatro mãos/patas. Também brinca com teorias como as de Jung e Pavlov ao utilizar humanos para testes científicos e critica o uso de cobaias ao colocar homens e mulheres presos para todas as brutalidades que existem na indústria farmacêutica, de cosméticos e medicina.

Os personagens surgem como estereótipo sociais, com destaque para Zira e Cornelius, um casal de chimpanzés, que acabam criando laços com Ulysses e tentam provar para as outras castas símias, que o humano é um extraterrestre e possui conhecimentos além dos que os macacos possuem. O inusitado e uma das minhas passagens preferidas do livro, foi acompanhar um humano se sentir atraído pela chimpanzé que o mantém preso e por Nova, a humana selvagem com quem divide cela.

De objetos para teste científicos, passando por animais de estimação e indo a entretenimento, populando Zoológicos, Boulle reduz a capacidade mental humana sem criar culpados para a dominação símia (contrário ao que os filmes apresentam). É fácil criar um paralelo e notar que o autor tenta mostrar que toda sociedade tem um fim e que mesmo seres dominantes também imitam e cometem os mesmos erros do passado.

Com um final surpreendente, que não cabe nessa resenha pelo alto nível de spoiler e que estragaria completamente a sua leitura, se distancia do filme de 1968 com Charlton Heston e agrega ao nosso pensamento crítico sobre a sociedade em que vivemos.

Ao virar a última página, a nova edição brasileira não chega ao fim. Temos uma entrevista com o autor para a revista Cinefantastique (1972) sobre a adaptação para o cinema, um ensaio jornalístico publicado pela BBC sobre a história do autor durante a Segunda Guerra Mundial e, por fim, um texto escrito por Braulio Tavares, estudioso de cinema e pesquisador de literatura fantástica.

Tudo isso vem numa edição nova lançada pela Editora Aleph, com um trabalho gráfico belíssimo, diagramação muito bem cuidada, divisões do livro em três partes identificadas com tipografia que remetem à manuscritos, ilustração de capa impactante e páginas de respiro com grafismos que lembram pintura rupestre. Isso sem contar a incrível ideia executada pela Aleph ao dar o press release com o primeiro capítulo do livro, em formato de manuscrito e dentro de uma garrafa!

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Fest Comix 2015, a maior feira de quadrinhos!

Chegou a hora de falarmos sobre a Fest Comix 2015, que está na sua 21ª edição e promete ser ainda mais awesome esse ano! Já são 17 artistas convidados e 3 dias de MUITO conteúdo para os fãs de quadrinhos. Confira abaixo os convidados já confirmados…

Fest-Comix-2015

Nobuhiro Watsuki: Famoso mangaká responsável por Rurouni Kenshin, vem acompanhado da sua esposa Kaworu Kurosaki, também estará presente no evento. Kurosaki também é roteirista do anime Captain Tsubasa, lançado no Brasil com o título Super Campeões. Watsuki também é conhecido por Busou Renkin e Embalming -Another Tale of Frankenstein.

Salvador Sanz: O argentino trabalhou no longametragem Mercano, o marciano e realizou os curtas El Inivisor e Gorgonas, este último premiado como melhor curta-metragem de animação na COMICON 2006. Também lançou Legião, Desfigurado, Noturno e Angela Della Morte, ambos pubicados no Brasil, Argentina e Estados Unidos.

Lu e Vitor Cafaggi: Os irmãos Cafaggi são conhecidos pelo ótimo trabalho em Turma da Mônica – Laços, do selo Graphic MSP, além dos trabalhos solos Mixtape e Valente.

Bianca Pinheiro: Carioca por nascimento e Curitibana por escolha, tem 26 anos, é formada em Artes Gráficas pela UTFPR com pós-graduação em Histórias em Quadrinhos pela faculdade Opet. Ilustradora e quadrinhista, a autora tem uma forte atuação na internet, onde publica, entre outros trabalhos, BEAR, um webcomic atualizado todas as terças-feiras. http://bear-pt.tumblr.com

Carlos Ruas: O hilário autor conhecido pelo trabalho em Um Sábado Qualquer. O quadrinista mostra irreverência e muito humor em seus quadrinhos para falar de um dos assuntos mais polêmicos do mundo: a religião.

Mike Deodato Jr.: Sua carreira internacional começou no inicio da década de 90 e ganhou um grande destaque quando tornou-se desenhista da série regular da Mulher-Maravilha, com seu traço marcante e característico, deu formar para a personagem, ganhou o apelido de “desenhista das beldades” e trabalhou também com a Elektra. Mas seus desenhos não ficaram restritos as beldades, e Mike trabalhou em Thor, ao lado do britânico Warren Ellis. O sucesso de seus desenhos foi tanto que na segunda metade da década de 1990, ele começou a fazer trabalhos para praticamente todas as editoras, desenhou personagens como Vingadores, Hulk, Glory, Lady Death, Ultraforce, Batman e muitos outros. No inicio dos anos 2000, em nova fase, Deodato passou a produzir desenhos mais realistas e foi elogiados por trabalhos com o Hulk e Homem-Aranha. Em 2007, ele trabalhou novamente com Warren Ellis na reformulação dos Thunderbolts, considerado um dos pontos fortes da série. Desde então, ele passou a trabalhar em os Vingadores (em suas séries principais) e ajudou a lançar Vingadores Sombrios (com os ex-Thunderbolts) e Vingadores Secretos. Atualmente trabalha na série Guardians of Knowhere, escrita por Brian Bendis.

Paulo Crumbim e Cristina Eiko: Os autores de Quadrinhos A2, HQs autobiográficas com uma narrativa que mistura fantasia e realidade, que conta com três livros já publicados e um quarto para este ano. Participaram juntos do livro Mônica(s) e são responsáveis pela GraphicMSP do Penadinho. Além de todo esse material, Paulo é autor de “Gnut“, com previsão também para este ano.

Fernanda Nia: Tem 23 anos, mora no Rio de Janeiro e se formou em Publicidade e Propaganda pela ESPM. No último período da faculdade, criou o site de tirinhas Como eu realmente como forma de extravasar a sua criatividade, que em 2014 começou uma série de livros publicados pela Editora Nemo. Por causa da boa recepção do público, mantém até hoje o portal com o compromisso de postar duas tirinhas inéditas por semana. A autora também trabalha como freelancer nas áreas de Comunicação, Design e Ilustração.

Fefê Torquato: Catarinense criada em Curitiba. Estudou música na faculdade, mas encontrou nos quadrinhos a melhor forma de se expressar e de se comunicar com o mundo. Ela gosta de muita coisa, como tocar flauta, ouvir bossa nova, assistir Seinfeld, fazer bolo, andar de bicicleta, brincar com os cachorros, dormir e sonhar acordada. E gatos. Ela não só gosta de gatos como ela acha que é um deles. Hoje vive na sua pequena cidade natal cercada mais de bichos do que de gente. E pretende continuar assim. http://fefetorquato.com

Gustavo Duarte: Desde 2009 tem trabalhado com histórias em quadrinhos como roteirista e desenhista. Além dos seus próprios livros, publica em revistas de editoras como Dark Horse, DC Comics e Marvel Comics. Atualmente trabalha em uma nova série para a DC Comics com o personagem Bizarro, que começará a ser publicada em junho de 2015.

Eduardo Damasceno e Luís Felipe Garrocho: Dupla de quadrinistas criaram o Quadrinhos Rasos, site no qual publicam histórias feitas a partir de letras de música. No ano seguinte, lançaram Achados e Perdidos, a primeira HQ nacional produzida com financiamento coletivo, pela internet. Em 2013, publicaram Cosmonauta Cosmo, em uma parceria do selo Quadrinhos Rasos com a editora Miguilim. São os autores da Graphic MSP – Bidu: Caminhos.

Steve Englehart: Nasceu em Indianapolis e é um dos escritores mais marcantes da Marvel e DC nos anos 70 e 80. Foi responsável por diversas fases clássicas dos Vingadores, Capitão America, Hulk e Doutor Estranho, além de estabelecer as primeiras aventuras na equipe dos Defensores e Vingadores da Costa Oeste. Na DC, escreveu títulos marcantes do Batman, Lanterna Verde e Tropa dos Lanternas Verdes. Além da Marvel e DC, Englehart foi co-responsável em criar muito outros personagens como Night Man, Star-Lord (Guardiões da Galáxia) e outros heróis do Ultraverso e o Coyote. Além dos quadrinhos, Englehart publicou o romance The Point Man, livros infantis e ajudou no design de diversos jogos da Atari , Activision, Electronic Arts, Sega, e Brøderbund. E também contribuiu nas series animadas Streetfighter e G.I. Joe Extreme.

Mário César: Autor e editor de histórias em quadrinhos, além de atuar como ilustrador e designer gráfico freelancer. Criador da EntreQuadros, publicada pela Balão Editorial, foi indicado a Novo Talento – Roteirista e a Novo Talento – Desenhista no Troféu HQ Mix 2011. Também é coeditor e desenhista do álbum Pequenos Heróis (Devir), vencedor do Troféu HQ Mix 2010 de Publicação Infanto-juvenil.

Leandro Robles: Cartunista paulistano, é autor da tira voltada ao público infantil Escola de Animais,  e, ao público adulto, a tira de humor Macaco Albino. Ambos os projetos publicados em livro pela Balão Editorial.

Diego Sanchez: Ilustrador e quadrinista carioca nascido em 1989. Estudou gravura na Escola de Belas Artes da UFRJ e nunca se formou. Publicou diversos zines além das coletâneas Peixe Fora D’água (2011), Corazon (2012), Libre! (2013) e dos livros Perpetuum Mobile (2013) relançado pela Editora Mino e Pigmaleão (2014). Prepara o seu novo título para o segundo semestre de 2015, também pela Editora Mino.

O evento vai rolar durante os dias 17 a 19 de Julho, no São Paulo Expo (antigo Expo Imigrantes), próximo ao metrô Jabaquara, das 10h às 19h. Fiquem de olho no Bookeando para mais informações!

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Novidades sobre a nova série de Rick Riordan

The Sword Of SummerFoi divulgada a capa da primeiro livro da nova série de Tio Rick Riordan. Magnus Chase and The Gods of Asgard, The Sword Of Summer (“A Espada do Verão”, em tradução livre).

[Sinopse: Magnus Chase sempre foi um garoto problema. Desde a misteriosa morte de sua mãe, ele viveu sozinho nas ruas de Boston, sobrevivendo por sua inteligência, estando sempre um passo a frente da polícia e dos inspetores escolares. Um dia, ele foi localizado por um homem que nunca havia conhecido – um homem que sua mãe dizia ser perigoso. O homem diz a ele um segredo impossível: Magnus é filho de um deus nórdico. Os mitos Vikings são verdadeiros. Os deuses de Asgard estão se preparando para a guerra. Troll, gigantes e os piores monstros estão agitados para o fim do mundo. Para evitar o Ragnarok, Magnus deve procurar pelos Nove Mundos por uma arma que está perdida a milhares de anos. Quando um ataque de gigantes de fogo o força a escolher entre sua própria segurança e a vida de milhares de inocentes, Magnus faz uma escolha fatal. Algumas vezes, o único jeito de começar uma nova vida é morrer.]

 

Além da sinopse, Tio Rick declarou: “Magnus Chase é provavelmente o meu projeto favorito. Sempre fui fã de mitologia nórdica e libertar Thor, Loki, Odin e outros deuses de Asgard na minha cidade natal (Boston) tem sido incrivelmente divertido.

Contra Capa de The Sword of Summer

Contra Capa de The Sword of Summer

Já o sobrenome Chase é um tanto familiar aos fãs de Percy não? Quanto a isso, Rick disse: “O que esse sobrenome implica? Fiquem ligados.“. Qual será a ligação entre Annabeth e Magnus?

O livro tem lançamento previsto para 06 de outubro de 2015 nos Estados Unidos. Quem sabe a editora Intrínseca não nos brinda com alguma notícia a respeito?

Segue abaixo, parte do segundo capítulo do livro, divulgado pelo USA Today.

[The Man with the Metal Bra

THE FAMILY MANSION SUCKED.

Oh, sure, you wouldn’t think so. You’d see the massive six-story brownstone with gargoyles on the corners of the roof, stained glass transom windows, marble front steps, and all the other blah, blah, blah, rich-people-live-here details, and you’d wonder why I’m sleeping on the streets.

Two words: Uncle Randolph.

It was his house. As the oldest son, he’d inherited it from my grandparents, who died before I was born. I never knew much about the family soap opera, but there was a lot of bad blood between the three kids: Randolph, Frederick, and my mom. After the Great Thanksgiving Schism, we never visited the ancestral homestead again. Our apartment was, like, half a mile away, but Randolph might as well have lived on Mars.

My mom only mentioned him if we happened to be driving past the brownstone. Then she would point it out the way you might point out a dangerous cliff. See? There it is. Avoid it. 

After I started living on the streets, I would sometimes walk by at night. I’d peer in the windows and see glowing display cases of antique swords and axes, creepy helmets with facemasks staring at me from the walls, statues silhouetted in the upstairs windows like petrified ghosts.

Several times I considered breaking in to poke around, but I’d never been tempted to knock on the door. Please, Uncle Randolph, I know you hated my mother and haven’t seen me in ten years; I know you care more about your rusty old collectibles than you do about your family; but may I live in your fine house and eat your leftover crusts of bread? 

No thanks. I’d rather be on the street, eating day-old falafel from the food court.

Still . . . I figured it would be simple enough to break in, look around, and see if I could find answers about what was going on. While I was there, maybe I could grab some stuff to pawn.

Sorry if that offends your sense of right and wrong.

Oh, wait. No, I’m not.

I don’t steal from just anybody. I choose obnoxious jerks who have too much already. If you’re driving a new BMW and you park it in a handicapped spot without a disabled placard, then yeah, I’ve got no problem jimmying your window and taking some change from your cup holder. If you’re coming out of Barneys with your bag of silk handkerchiefs, so busy talking on your phone and pushing people out of your way that you’re not paying attention, I am there for you, ready to pickpocket your wallet. If you can afford five thousand dollars to blow your nose, you can afford to buy me dinner.

I am judge, jury, and thief. And as far as obnoxious jerks went, I figured I couldn’t do better than Uncle Randolph.

The house fronted Commonwealth Avenue. I headed around back to the poetically named Public Alley 429. Randolph’s parking spot was empty. Stairs led down to the basement entrance. If there was a security system, I couldn’t spot it. The door was a simple latch lock without even a deadbolt. Come on, Randolph. At least make it a challenge. 

Two minutes later I was inside.

In the kitchen, I helped myself to some sliced turkey, crackers, and milk from the carton. No falafel. Dammit. Now I was really in the mood for some, but I found a chocolate bar and stuffed it in my coat pocket for later. (Chocolate must be savored, not rushed.) Then I headed upstairs into a mausoleum of mahogany furniture, oriental rugs, oil paintings, marble tiled floors, and crystal chandeliers. . . . It was just embarrassing. Who lives like this?

At age six, I couldn’t appreciate how expensive all this stuff was, but my general impression of the mansion was the same: dark, oppressive, creepy. It was hard to imagine my mom growing up here. It was easy to understand why she’d become a fan of the great outdoors.

Our apartment over the Korean BBQ joint in Allston had been cozy enough, but Mom never liked being inside. She always said her real home was the Blue Hills. We used to go hiking and camping there in all kinds of weather — fresh air, no walls or ceilings, no company but the ducks, geese, and squirrels.

This brownstone, by comparison, felt like a prison. As I stood alone in the foyer, my skin crawled with invisible beetles.

I climbed to the second floor. The library smelled of lemon polish and leather, just like I remembered. Along one wall was a lit glass case full of Randolph’s rusty Viking helmets and corroded ax blades. My mom once told me that Randolph taught history at Harvard before some big disgrace got him fired. She wouldn’t go into details, but clearly the guy was still an artifact nut.

You’re smarter than either of your uncles, Magnus, my mom once told me. With your grades, you could easily get into Harvard. 

That had been back when she was still alive, I was still in school, and I might have had a future that extended past finding my next meal.

In one corner of Randolph’s office sat a big slab of rock like a tombstone, the front chiseled and painted with elaborate red swirly designs. In the center was a crude drawing of a snarling beast — maybe a lion or a wolf.

I shuddered. Let’s not think about wolves.]

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[OFF-TOPIC] Anime Friends: Conheça as Atrações Internacionais de 2015!

Anime Friends há um tempo atrás, não chegava nem perto do tamanho que é agora, os eventos eram em escolas, sem espaço para o que temos hoje em dia, muito menos atrações de bandas internacionais e grandes nomes nacionais, e é isso que quero mostrar pra vocês hoje!

FLOW

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A banda de rock japonesa conhecida por trabalhar com vários animes, inclusive Naruto, se apresentará pela primeira vez fora do Japão no dia 19 as 19h00 no Palco Principal.

CROSS GENE

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Cross Gene é um grupo formado por 6 integrantes da Coreia, China e Japão e está chamando muita atenção desde o lançamento do clipe da música La-Di Da-Di, e participando de vários festivais, e vai se apresentar no AF dia 10 as 18h00.

HOME MADE KOZAKU

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Reconhecidos como “Artista do Ano” em 2004, Home Made Kozaku tem músicas que você com certeza já ouviu: como Psalms of Planets Eureka Seven (com “Shonen Heart”), Naruto Shippuuden (“Shooting Star”) e Bleach (“Thank You!!”, cujo single ficou em 5º lugar na Oricon). Em 2014 eles lotaram o palco no Ressaca Friends, e esse ano se apresentam no dia 18 as 19h00.

INKT

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Com pegada quente, com uma melodia contagiante e um RAP marcante, a banda INKT (pronuncia-se “ink”) vai se apresentar pela primeira vez no Brasil dia 11 as 20h00.

JOE INOUE

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Nascido em 1985, Joe é ator e compositor de todas as suas músicas, e toca cada um dos instrumentos presentes em cada uma. Em 2008 foi destaque com a música “Closer” do Naruto Shippuden, e vai tocar dia dia 12 as 19h30.

KANAME

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Conhecido por seus cosplays perfeitos, Kaname iniciou sua carreira em 2007 fazendo seu primeiro cosplay de Cloud, e depois não parou mais: Cloud Strife de Final Fantasy VII Advent Children, Kurosaki Ichigo, Grimmjow Jaegerjaques e Tosen Kaname de BLEACH,Rokudo Mukuro de REBORN! e muitos outros, ele viaja o mundo divulgando seu trabalho, e estará no AF nos dias 11 as 16h30 e dia 12 as 18h00 no Palco Principal.

MATSUKO MAWATARI

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Depois de um tempo afastada dos palcos, Matsuko vem pela primeira vez ao Brasil para se apresentar dia 12 as 19h00 no Palco Principal, pra cantar pra gente nada menos que a abertura de Yu Yu Hakusho, e claro, entre muitas outras.

REIKA

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A mundialmente famosa Cosplayers estará presente no evento na bancada dos júris para o concurso de Cosplay, além de uma palestra com direito a sessão de autógrafos, dia 11 as as 16h30 e dia 12 as 18hr, no Palco Principal dia 11 e dia 12 no Palco Cosplay.

SASAKI SAYAKA

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Campeã no terceiro campeonato de música de animação e estreou como o tema “Seisai no Ripieno” do desenho animado “Tatakau Shisho”, vai se apresentar dia 12 as 19h30 mostrando sua talentosa voz.

SCREW

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Com um som agressivo e um look alternativo, a banda Screw tem cada vez mais público em seus shows e mais fãs ao redor do mundo, pela primeira vez no Brasil, poderemos vê-los dia 10 as 19h30.

SNOWKEL

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Em 2006 a banda assinou um contrato com a Sony Music Japan depois de ganhar um campeonato em uma pequena cidade, e ficou famosa após lançar seu primeiro álbum: Snowkel Snorkel”, que contém  a música  chamada “Namikaze Satellite” para abertura de Naruto, além de músicas do anime Solar Wind e Kiseki. Vão se apresentar dia 17 as 19h30.

TETSUO KURATA

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Dispensando apresentações, vos digo: O Kamen Rider vem pro Brasil! Tetsuo Kurata vai dar uma palestra e falar de sua carreira e sobre a série e participará de um encontro com os fãs! Não percam, dia 18 as 12h30 e dia 19 as 14h30.

RICARDO CRUZ

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Graças à esse cara a cena de animes é o que é no Brasil hoje! Ricardo compõe e canta músicas para temas de filmes japoneses, desenhos animados e video-games, é o unico membro estrangeiro da banda japonesa JAM Project. Ricardo estará no Palco Principal dia 12 as 19h00.

É muita programação, amiguinhos! Não deixem de anotar tudo que querem curtir e fiquem de olho no Bookeando para mais informações sobre o evento. Não deixe de conferir a programação completa no site do Anime Friends.

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Novidades do filme As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata

De acordo com o site Descubra Narnia, parece que finalmente podemos ter o próximo filme de As Crônicas de Nárnia!

David Magee Narnia Silver Chair Twitter

O roteirista (escolhido lá em 2013) David Magee postou em seu twitter a seguinte frase: “Concluí hoje o primeiro rascunho de A Cadeira de Prata. Tive o prazer de trabalhar no projeto por mais de um ano. Muito gratificante”. Não sabemos se realmente é verdade e quanto tempo levará para o anúncio oficial, escolha de elenco e início das filmagens.

Narnia A Cadeira de PrataA Cadeira de Prata é o primeiro livro por ordem de publicação que não conta com a presença de qualquer dos irmãos Pevensie. Neste livro está narrada somente a volta de Eustáquio até Nárnia na companhia de sua amiga Jill Pole. Desta vez eles conseguem ir até Nárnia através de um velho portão nos fundos da escola onde estudavam. Eles retornam após 70 anos da aventura vivida em A Viagem do Peregrino da Alvorada, quando o rei Caspian já está muito idoso e em busca de seu filho, o príncipe Rilian, perdido nas terras ao norte de Nárnia.

Desde o filme anterior já tivemos o indício da continuação, pois durante A Viagem do Peregrino da Alvorada, pudemos ver a “fumaça” verde, indicando a presença da Feiticeira Verde e a grande vilã de A Cadeira de Prata. Isso sem contar na polêmica entre a cronologia dessa história e a próxima, do livro “O Cavalo e o Seu Menino”.

Infelizmente precisaremos esperar para ver no que vai dar e quando esse filme vai ser lançado!

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[OFF-TOPIC] Anime Friends 2015!

Oi, pessoal! Faz tempo que não apareço por aqui, mas essa vida de estudante tá complicada, porém, vim falar pra vocês de uma coisa muito legal: ANIME FRIENDS!

Exatamente, senhoras e senhoras, está chegando o grande dia (os grandes dias, na verdade) do evento mais esperado do ano! Fiquem de olho nas datas:

ANIME FRIENDS

Como todos devem saber, o evento é voltado para o público fã de cultura pop, tem anime, mangá, RPG, LEGO, Concurso de Cosplay, Bandas Nacionais, Atrações Internacionais e muito mais, mas muito mesmo! Acessa esse link aqui pra ficar por dentro de tudo!

Flyer A5

Ansiosos? Dá uma olhada em como conseguir os ingressos antecipados, e divirtam-se!

O terceiro lote está disponível com preços a partir de R$ 40, meia-entrada para um dia, ou R$ 120, meia-entrada para o pacote de três dias. Ingressos antecipados para o Anime Friends estão disponíveis pelo site www.animefriends.com.br. Os ingressos também podem ser adquiridos nos postos de venda oficiais:

YAMATO EVENTOS
Rua da Glória, 279 – 5º andar (Liberdade)
De segunda à sexta, das 10h às 12h e das 13h às 18h

REVISTARIA HIJIKURO
Rua Conselheiro Furtado, 303 (Liberdade)
Todos os dias, das 10h às 19h (Quartas até às 17h)

Galeria do Rock
Rua 24 de Maio, nº62 – 2º Andar / Loja 354 (Centro)

ANIME FAN
Av. Penha de França, 394 – Loja 23/24 (Penha)

SHINOZAKI
Rua Galvão Bueno, 40 / 2º andar – Loja 231 (Liberdade)

SIG FAM STORE
Rua Galvão Bueno, 200 / Loja 24 (Liberdade)

Fiquem de olho no Bookeando para mais informações e nos vemos lá no evento!

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Lançamento Agir Now: No Coração da Floresta

Depois do surpreendente e diferenciado Vivian Contra o Apocalipse (resenha aqui), a nossa parceira Agir Now anuncia o lançamento de No Coração da Floresta, de Emily Murdoch, um novo Young Adult, também seguindo a cara do novo selo editorial: um enredo diferente do que já vimos. Confiram!

No Coração da Floresta

[Sinopse: Tem livros que não saem da cabeça por muito tempo depois de você terminar de ler. Às vezes é uma história de amor tão linda que te faz suspirar por dias. Às vezes é uma aventura cheia de reviravoltas, que faz você rever seus conceitos sobre a realidade. E às vezes é uma história simples, sobre gente bacana em situações adversas que, como a gente sabe bem, acontecem muito mais do que deveriam.

Essa história é assim. Começa com Carey, de 15 anos, e sua irmãzinha Jenessa, de 6. As duas vivem no meio de uma imensa reserva florestal com a mãe, que, viciada em drogas e com um distúrbio bipolar que não a deixa pensar direito, sujeita as meninas a todo tipo de provação. Muitas vezes ela some e deixa as filhas sozinhas, tendo que se virar com uma parca alimentação, baseada em comidas enlatadas e a pouca caça que Carey consegue abater na floresta. Já faz quase dois meses desde que a mãe das meninas foi à cidade comprar mantimentos. Carey já não sabe mais o que fazer, enquanto vê seu estoque de latas de feijão minguando a cada dia.

É então que duas pessoas desconhecidas as encontram e as levam para a cidade. Depois de tantos anos, tudo aquilo é novo para elas. O banho quente no chuveiro (não no rio gelado da floresta), “andúrgueres” e “refridorantes”, Teletubbies. E é um choque maior ainda quando elas são levadas passam a viver com algo que nunca tiveram: uma família. O homem que as resgatou é o pai verdadeiro de Carey, que passou todos esses anos em busca da filha desaparecida.

Mas a vida na floresta cobrou seu preço, e Carey sabia que para defender a irmãzinha seria capaz de tudo. Por isso, esconde um segredo que pode colocar tudo a perder. Mas o que é mais importante: a verdade ou sua irmã?

No coração da floresta é um livro forte, que trata de assuntos difíceis que infelizmente são realidade para muitos jovens e crianças do mundo inteiro. Ao mesmo tempo, é um livro com uma mensagem delicada e linda, com personagens que vão conquistar o seu coração e um final que não vai sair da sua cabeça tão cedo.]

Para conhecer mais um pouquinho, a editora disponibilizou o primeiro capítulo aqui. Ficou com gostinho de quero mais assim como nós?

Então clique aqui para comprar a sua edição física ou digital, pelo link do Bookeando e nos ajude a manter o site!

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Filme de A Torre Negra já tem diretor!

Segundo o Deadline e o IGN, Nikolaj Arcel, famoso pelo seu trabalho na versão suéca de Os Homens que não Amavam as Mulheres, foi escolhido para reescrever e dirigir a adaptação cinematográfica de A Torre Negra.

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Lembrando que A Torre Negra também tem uma versão em graphic novel e o quadrinista responsável pelo título virá ao Brasil para a CCXP 2015!

A produção terá co-financiamento da Sony Pictures e Media Rights Capital, com distribuição da própria Sony, que aposta em uma grande e nova franquia para o cinema, complementada por uma série de TV (ainda em estágios iniciais) produzida pela MRC.

Depois da Warner Bros. e Universal Pictures, que tentaram, falharam e desistiram do projeto, enfim parece que os fãs do trabalho de Stephen King finalmente poderão respirar aliviados (ou não).

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Spin-off de Harry Potter já tem sua protagonista!

Depois da confirmação de Eddie Redmayne como o protagonista de Animais Fantásticos e Onde Habitam, a Warner Bros. divulgou essa semana que a primeira atriz já foi contratada.

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Katherine Waterston, de Boardwalk Empire, entrou para o elenco e será a responsável pelo papel de Tina, a bruxa Porpentina, que trabalha nos EUA e acaba conhecendo Newt Scamander em sua jornada por novas criaturas mágicas.

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Ficaremos de olho para saber quem serão os atores a ocuparem os outros dois papéis importantes, o de Queenie, a irmã mais nova de Tina, e Jacob, o rival de Scamander. O estúdio disse estar procurando por “rostos conhecidos” para o papel, diferente de quando se iniciou a franquia Harry Potter, onde diversos atores eram completamente desconhecidos.

David Yates dirige o filme que será a estreia de J.K. Rowling como roteirista. Animais Fantásticos e Onde Habitam estreia em 18 de novembro de 2016.

Fonte: Legião dos Heróis.

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Resenha: Por um Toque de Ouro

Por um Toque de OuroLivro: Por um Toque de Ouro

Série: Trindade Leprechaun

Autor: Carolina Munhóz

Editora: Selo Fantástica / Editora Rocco

[Sinopse: Dinheiro, poder e sucesso. Quem não deseja tudo isso?

Mas e se alguns milionários na verdade têm muito mais sorte do que outros? E se toda essa sorte se revelasse como um poder especial?

Emily O´Connell nunca imaginou que pudesse ter um toque de ouro. Herdeira de uma das marcas mais luxuosas de sapatos e bolsas haute couture do mundo, sorte e glamour praticamente correm no sangue de sua família.

Um dia, porém, Emily percebe que sua sorte talvez seja muito maior do que imagina. Na manhã seguinte ao feriado de St. Patrick, após ganhar milhões em uma noite de jogatina, a garota se vê vítima de uma tentativa de estupro. O que a tira das estatísticas policiais, no entanto, é a forma como ela consegue se livrar quase magicamente do perigo.

Tudo se complica quando Emily conhece o misterioso e encantador Aaron Locky. Afinal, que segredos ele esconde por trás de seus cabelos compridos e de sua risada irônica? De algum modo, Aaron exerce sobre ela uma atração irresistível, como se uma aura de poder os cercasse e os unisse. Ele tem muito a ensinar a Emily, mas, entre todas as coisas, ela nunca imaginaria que poderia estar envolvida com uma tradição secular lendária.]

Nessa nova série de Carolina Munhóz, somos apresentados a Emily O’Connel, jovem mimada, herdeira de uma grife de luxo, que vive a vida intensamente (leia-se: festas glamorosas, regadas a bebidas, cercadas de amigos igualmente ricos e um tanto fúteis). A típica personagem que inunda os livros young adults atuais.

Após uma tentativa de estupro, Emily começa a conhecer mais sobre a sua natureza e percebe que sua sorte não vem tanto ao acaso. Ainda mais quando seu caminho se cruza com o misterioso, irresistível  e charmoso Aaron. Afinal, quem é ele? Durante a leitura percebemos que o papel do “galã misterioso” é inerente e surge para complementar o desenvolvimento da personalidade que temos na personagem principal.

A protagonista vai amadurecendo, com ajuda de seu BFF amigo Darren, descobrindo mais a respeito de seu legado, mas ao mesmo tempo correndo mais riscos. O que nos surpreendeu foi ver que essa trindade de personagens nos levou para a construção de uma trama influenciada por Frozen (isso mesmo, a animação da Disney) e que usa ganchos da mitologia da série para prosseguir com a história.

Quanto aos leprechauns, ele seria a explicação mágica para a sorte de Emily, não aprofundando muito a lenda dos homenzinhos verdes, guardiões de tesouros no final do arco-íris, mas também podemos ver traços da sua personalidade traquina e cheia de vida (e porque não nas bebedeiras) na bela ruiva. Assim como temos mais de uma vez a explicação quanto ao simbolismo do trevo de três folhas, mas que até o momento não mostrou um maior significado, a não ser pelo anel ostentado por Emily, presente de seu pai. Terá o anel um anel importante no futuro?

Graças a autora, pude rever alguns lugares que conheci da Ilha Esmeralda, como o Trinity College, Temple Bar e outros locais que se mencionar podem ser considerados spoilers. Para quem já conhece a Irlanda é uma vantagem e para quem ainda não conhece, uma oportunidade de ter um guia para sua próxima viagem!

Uma das minhas críticas é que a história acaba “correndo” um pouco mais no final, mas nos deixa curiosos de como Emily vai lidar com os problemas a partir de agora. Assim como a maioria dos volumes iniciais das mais recentes trilogias, a mania de enrolar no início para acelerar no final continua acontecendo.

Você pode conferir o primeiro capítulo clicando aqui. E a agenda de eventos clicando logo abaixo:

Agenda - Por um toque de ouro

Gostou da nossa opinião sobre esse livro? Então clique aqui e aproveite para comprar o seu exemplar e retorne para conversar conosco sobre esse lançamento! Disponível também em versão digital.

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Resenha: Sombra do Paraíso

Sombra do ParaísoLivro: Sombra do Paraíso

Série: Trilogia Keanu

Autor: David S. Goyer e Michael Cassutt

Editora: Aleph

São poucos os bons livros que o Bookeando recebe e que dificultam a nossa tarefa de analisar e escrever uma resenha que possa transmitir informações importantes e a nossa opinião. Sombra do Paraíso cativa pela ótima narrativa, abre espaço para uma trilogia promissora, nos confunde com personagens ótimos e fracos, para terminar de uma maneira surpreendente e curiosa por não cair no clichê!

Vamos pular a sinopse oficial (que você pode ler clicando aqui) para comentar a trama durante os pontos importantes a serem analisados. Com um Objeto Próximo à Terra (sabiamente mantido durante o livro apenas como NEO – Near-Earth Object, pelo excelente trabalho de tradução de Patrícia Arnaud) conhecido como Keanu, daí o nome da série, temos uma corrida espacial entre NASA e a coalisão Rússia-Índia-Brasil para o pouso no corpo celeste. Evite a comparação boba e simplória com Armageddon, pois essa é uma obra digna de ser comparada à Encontro com Rama, do brilhante Arthur C. Clarke, que nos imerge com ricos detalhes que nos lembra Apollo 13 ao remontar perfeitamente a rotina dos astronautas e centro de comunicação espacial.

De um lado temo Zack Stewart, Taj, Rachel e Harley Drake como pontos fortes para a história e capazes de levar a trama praticamente sozinhos, com a ajuda de uma personagem (ou até duas, dependendo de como você encarar) responsável por uma grande surpresa na metade do livro (não podemos contar mais… Spoiler alert!). Do outro lado temos o maior ponto fraco do livro: personagens que preenchem lacunas, porém são tratados de maneira muito simples e rápida, sem nos dar o tempo necessário para nos cativarmos. Esse casting mais fraco não derruba a qualidade do livro, pois foram usados sabiamente no momento em que precisam interferir na história e até mesmo fazerem parte de um dos vários plot twists que os autores reservaram até o final do livro.

Sobre o estilo de escrita de Goyer, as referências nerds que aparecem no livro em nomes, situações cômicas e diálogos mais irônicos, ajudam na quebra do clima tenso e na empatia com os vários personagens. Prepare-se para homenagens de Matrix à Firefly, com raças alienígenas das mais tradicionais como, por exemplo, Arquitetos com o seu Grande Alienígena Inteligente e os Sentinelas, indo à algo mais hardcore para os fãs de ficção científica com os Revenants (com uma personagem que surge como imperceptível para um dos maiores desenvolvimentos durante o livro). Outro ponto importantíssimo do livro, e visivelmente fruto da criatividade de Cassutt, é como os autores conseguem tratar filosofia/crença e tecnologia, com destaque para “o Templo” e as discussões sobre uma civilização perdida/desconhecida. Além de nos levar para dentro da cabeça dos astronautas, mostrando muito mais do que estamos acostumados a saber por meio de filmes e livros, a ideia de trazer no topo da página a cada capítulo trechos de transmissões oficiais, mensagens de bordo, releases de imprensa e postagens na internet, aumenta ainda mais o nível de imersão durante a leitura.

A trama, repleta de mistério e uma pitada de survival horror, digna de um DLC do jogo Dead Space, abusa do contato de primeiro grau e nos apresenta um ponto fundamental: Keanu deve ser encarado como a ilha de LOST, ou seja, um personagem importante para a trama. Longe de ser apenas um objeto perdido no espaço, você descobrirá muito mais sobre o que ele é, a sua função, o que ele abriga e qual o motivo de sua proximidade com a Terra. Uma pena não podermos comentar sem estragar as surpresas que o livro reserva, porém podemos afirmar que ao ler Sombra do Paraíso você será mais um Recruta (os fortes entenderão) dessa incrível jornada espacial.

Se tudo correr como o planejado, o primeiro livro é uma Sombra, o segundo será uma Guerra e o terceiro nos apresentará uma Queda. Agora só resta esperarmos pela continuação e que a Editora Aleph continue fazendo esse incrível trabalho gráfico como o da edição que recebemos, da capa ao estilo de diagramação, transformando esse lançamento numa obra prima da ficção científica traduzida para o português.

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Resenha: Doctor Who – O Prisioneiro dos Daleks

Bookeando DOCTOR_WHO_O_PRISIONEIRO_DOS__1429120250444167SK1429120250BLivro: Doctor Who – O Prisioneiro dos Daleks

Autor: Trevor Baxendale

Editora: Suma de Letras

[Sinopse: Doctor Who: O prisioneiro dos Daleks – Uma aventura inédita do Décimo Doutor, interpretado na tevê por David Tennant.
O Império Dalek não para de se expandir, e batalhas eclodem em vários sistemas solares. Quando o futuro da galáxia está em jogo, o Doutor se vê a bordo de uma nave próxima à linha de frente, junto a um implacável grupo de caçadores de recompensas.
O Comando da Terra paga a eles por cada Dalek morto, por cada olho entregue como prova. Mas, com a ajuda do Doutor, os caçadores conseguem algo de valor inestimável: um Dalek inteiro, vivo, com os sistemas desarmados e pronto para ser interrogado. No entanto, com os Daleks nada é o que parece e ninguém está a salvo. Quando o jogo virar, como o Doutor sobreviverá ao se tornar prisioneiro de seu maior inimigo?]

Yay, mais uma aventura do Doutor em livro! Se você ainda não viu, a gente já resenhou outro lançamento da Suma, Doctor Who: A mortalha da Lamentação. Dessa vez tratamos de uma aventura do décimo Doutor, encarnado por David Tennant no clássico televisivo atemporal da BBC, Doctor Who.

E é um aviso óbvio, porém, se você não acompanhou as aventuras do doutor até pelo menos o final da quarta temporada, o livro estará cheio de Spoilers, e referências que você pode não entender. Então viaje na linha temporal do Doutor para algum lugar entre o final da quarta temporada e o especial O Fim do Tempo para poder embarcar nessa aventura contra os temíveis Daleks!

A TARDIS novamente desviou o Doutor de seu curso, desta vez ele foi parar antes mesmo do início de sua linha temporal em uma estação de abastecimento há muito abandonada e esquecida. Após dias preso em uma sala armadilha nesta estação, o Doutor é resgatado pela tripulação de uma nave caçadora de Daleks.

E é quando, com a relutância do Doutor, eles capturam um Dalek inteiro ainda vivo, que tudo passa a dar errado e os tripulantes começam a morrer.

O Doutor e a tripulação ainda serão levados para a maior prisão de capturados pelos Daleks em todo o universo, e terão de sobreviver ao interrogatório do temível Dalek X, o mais cruel general de Skaro.

Baxendale deve ser um dos fãs órfãos do décimo doutor, considerado o mais querido de todos os tempos, porque ele consegue transmitir com extrema fidelidade toda a “humanidade” do alien mais famoso da tv. O Doutor de Baxendale, assim como o de David Tennant, não é só poderoso, como também cria vínculos de empatia profundo com àqueles que viaja, sofre profundamente por cada vida perdida e valoriza a humanidade acima de tudo.

Whovian, arrume um espacinho na sua estante para mais essa aventura incrível do Doutor, dessa vez adaptada para as páginas dos livros. Ah, como eu queria que O Prisioneiro dos Daleks tivesse sido um especial para a tv…

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Resenha: Jonathan Strange & Mr. Norrell

Jonathan Strange & Mr NorrellLivro: Jonathan Strange e Mr. Norrell

Autor: Susanna Clarke

Editora: Seguinte

Oi, pessoal! Sou a Cláudia e, a convite do Rafa, vim dar meu pitaco sobre Jonathan Strange e Mr. Norrell por aqui. Mas também dou meus pitacos lá no Tô Lendo, inclusive sobre esse livro (com um pequeno ataque fangirl, mas podem relevar, rs). Espero os comentários de vocês sobre esse livro superbacana!

Magia. Inglaterra. Bruxos rivais. Profecias. Falando assim, até parece que Jonathan Strange e Mr. Norrell tem lá suas semelhanças com Harry Potter, mas não se engane: se existe qualquer relação entre a série milionária de J. K. Rowling e o único volume massudo de Suzanne Clarke, é a capacidade ímpar dessas autoras de transportar o leitor para uma realidade fantástica – e muitas vezes, bastante sombria.

É 1806 e a magia abandonou a terra da rainha… ou assim parece à sociedade da época, já que os únicos “bruxos” do país estão enfurnados em pequenos grupos que releem insistentemente os mesmos livros sobre história da magia, mas se recusam a praticá-la. Tudo parece mudar quando a sociedade de bruxos de York aborda Mr. Norrell, um homem autointitulado o último bruxo prático da Inglaterra, que não tarda a dar demonstrações de seu poder. Desde então, a trama nos revela as intrigas políticas que surgem da existência de um bruxo de verdade na Inglaterra – ainda mais quando se descobre que ele, talvez, não seja o único capaz de realizar feitos que podem mudar o curso da história britânica.

Dividido em três partes – “Mr. Norrell”, “Jonathan Strange” e “John Uskglass”, o livro é um calhamaço – algumas edições chegam a ter mais de mil páginas. Mas não se deixe abater pela fartura: salpicado de personagens ricas, passagens marcantes, notas de rodapé divertidíssimas e humor perspicaz, a leitura desse clássico moderno flui deliciosamente.

Um destaque é a mistura de eventos reais – como as guerras napoleônicas, que são base para o contexto político da época – ao ressurgimento da magia britânica. Não é exagero dizer que a intenção de Suzanna Clarke, com esta obra de realidade alternativa, é dar continuidade à ambição de Tolkien de criar uma “mitologia inglesa”, criando novos heróis – bastante tortos, contudo – e lendas. Valendo-se de fadas, estradas mágicas e criaturas estranhas com penteados marcantes, Clarke mostra seu conhecimento profundo sobre as tradições das folk tales britânicas e sua habilidade em adicioná-las a uma história complexa e envolvente, com referências literárias a Charles Dickens e Jane Austen.

Lançado em 2004, o livro é resultado de dez anos de trabalho de Collins. E o esforço recompensou: além da legião de fãs que conquistou, a obra também está sendo adaptada para as telas da BBC, em uma série de sete partes.

Jonathan Strange e Mr. Norrell é um trabalho conjunto de amor. Da autora, que se dedicou ao livro de maneira apaixonada, envolvente e dedicada, e do leitor, que depois de vencer as numerosas páginas da obra, não vai conseguir abandonar essas personagens – nem a magia – tão cedo.

Gostou do que leu sobre o livro? Então clique aqui e compre o seu exemplar pelo link do Bookeando e comece já a sua própria leitura para discutir conosco!

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Os incríveis livros de colorir da Editora Agir

Semana passada divulgamos os novos livros de colorir que a Editora Agir lançou, com propostas diferenciadas nos desenhos e temáticas: tatuagens e quadrinhos. Hoje começamos o feriado curtindo os livros que recebemos e colorindo um pouco.

Começando por Colorindo Tattoo, uma oportunidade de ter a sua própria pasta de tatuagens e com as cores que você mais desejar para cada página. São vários estilos de ilustrações, de caveiras à mandalas e florais, esbarrando em estilos quase tribais. Solte a imaginação para completar cada uma imagens!

Atingindo um outro nível de complexidade, O Incrível Livro de Super-Heróis para Colorir é para os mais viciados, com ilustrações mais elaboradas. A cada página finalizada, você perceberá que esse é o melhor livro para quem realmente quer trabalhar as técnicas de pintura e não somente a criatividade.

Vamos postar algumas imagens quando ficarem prontas, mas esperamos realmente que essa inciativa da Editora Agir seja apenas o início para diversos estilos diferenciados de livros possam chegar ao mercado!

Fotos: Natalia Caputo

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CCXP 2015 | Gimli, de Senhor dos Anéis, vem ao Brasil!

O ator John Rhys-Davies, que participou de Senhor dos Anéis e Indiana Jones vem ao Brasil para a segunda edição da CCXP – Comic Con Experience.

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O cultuado ator galês que foi intérprete de diversos personagens amados no universo pop, como Sallah em dois filmes da série Indiana Jones (Os Caçadores da Arca Perdida e Indiana Jones e a Última Cruzada), Dogati em As Minas do Rei Salomão e o General Leonid Pushkin em 007 Marcado para a Morte. Foi com a interpretação do carismático anão Gimli na trilogia O Senhor dos Anéis, seu papel mais famoso, que o ator alcançou o coração de toda uma nova geração de fãs. O ator estará no evento entre os dias 4 e 6 de dezembro.

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Rhys-Davies formou-se na renomada Royal Academy of Dramatic Arts de Londres e atua no teatro, no cinema e na televisão desde os anos 70. Uma participação de destaque na TV é a série Shogun, na pele de Vasco Rodrigues, que lhe rendeu uma indicação ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Filme em 1980. O ator é reconhecido mundialmente por sua performance vocal: é dele a voz do ent Barbárvore nos filmes da trilogia O Senhor dos Anéis. O galês também deu vida a diversos personagens de videogames e desenhos animados, como Hades (Liga da Justiça), Macbeth (Gargoyles), Winston Tobias (Freelancer) e o próprio Gimli em jogos da franquia O Senhor dos Anéis.

Ele junta-se a Caity Lotz (a Canário Negro de Arrow), Misha Collins (o anjo Castiel de Supernatural) e Steve Cardenas (o ranger vermelho do filme Power Rangers) como media guest da CCXP – Comic Con Experience 2015, que acontece de 3 a 6 de dezembro no São Paulo Expo, antigo Expo Imigrantes, próximo à estação Jabaquara do Metrô, com atrações de peso e conteúdos para fãs de quadrinhos, cinema, programas de TV, desenhos animados e outras áreas da cultura nerd & geek. Mais de 120 mil pessoas são esperadas nos quatro dias de evento, que terá início das vendas de ingressos em 9 de junho ao meio dia.

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Animais Fantásticos & Onde Habitam | Protagonista confirmado

A espera acabou e os boatos realmente estavam corretos! A Warner Bros confirmou em seu twitter oficial, a escolha do ator para viver Newt Scamander na adaptação para as telonas: Eddie Redmayne, vencedor do Oscar por seu papel como Stephen Hawking em A Teoria De Tudo.

Redmayne interpretará o proeminete magizoologista em suas viagens pelo mundo para estudar e documentar criaturas mágicas, culminando no lançamento de seu livro texto utilizado nas aulas de Hogwarts: Animais Fantásticos & Onde habitam.

bookeando eddie

A própria J. K. Rowling é responsável pelo roteiro da adaptação, e David Yates, diretor da franquia Harry Potter desde A Ordem da Fênix retorna para o mesmo posto.

A estréia mundial é prevista para 18 de Novembro de 2016.

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Os Lobos de Mercy Falls invadem as livrarias em Maio!

Os fãs da série literária Os Lobos de Mercy Falls, da autora Maggie Stiefvater já podem respirar aliviado (depois de muita batalha por mudanças no projeto gráfico antigo), a Editora Agir Now confirmou o lançamento de Perdido, o companion novel focado em Cole St. Clair, para a Bienal do Livro RJ 2015, e que você confere a capa e primeiro capítulo clicando aqui!

Perdido Maggie Stiefvater

Isso sem contar o relançamento dos 3 volumes da série com projeto gráfico totalmente novo e sensacional! Olha aí como a série vai ficar bonitona na sua estante…

Os Lobos de Mercy Falls

 

Em Calafrio, Grace e Sam finalmente se conhecem. Em Espera, eles têm que lutar para ficar juntos. Em Sempre, é preciso toda a força para que os perigos dos mundos humano e lupino não destruam esse amor. Para saber mais, clique aqui e leia a resenha dos 3 livros já publicadas aqui no Bookeando.

Fiquem de olho no Bookeando para mais informações sobre esses lançamentos da Editora Agir Now

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Chega de florzinhas! Tattoos e Quadrinhos para colorir, da Editora Agir

Pensando em quebrar a rotina dos livros de colorir, que são bem legais (e não necessariamente um exercício antiestresse, mas sim uma ferramenta criativa), a Editora Agir cansou da mesmice dos animais, flores e mandalas para pintar!

Livro Colorir Tatoo Quadrinhos Agir

Em breve teremos o lançamento de O Incrível Livro de Super-Heróis para Colorir e Colorindo Tattoo, para quem sempre pede por um livro diferente e muito mais legal para investir horas com seus vários lápis de colorir. Os dois livros serão lançados pelo valor de R$ 19,90 e programados para a metade do mês de junho.

O Incrível Livro de Super-Heróis para Colorir [Sinopse: Repleto de ação e aventura, ficção científica, horror e romance, “O incrível livro de super-heróis para colorir” é cheio de emocionantes histórias para você trazer à vida com muita cor. Crie interpretações únicas das mais de cem reproduções de capas vintage presentes neste livro.]

Colorindo Tattoo [Sinopse: Seja você um especialista em tinta ou um entusiasta de primeira viagem, liberte seu rebelde interior com estes projetos ousados. Tatuagens com motivos de tribais, dragões, caveiras, flores e muito mais para colorir. Encontre inspiração para fazer a sua, sem sentir dor!]

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Resenha: A Grande Caçada

bookeando a grande caçadaLivro: A Grande Caçada

Autor: Dan Smith

Editora: Seguinte

[Sinopse: A Grande Caçada – Num vilarejo remoto na Finlândia, todos os garotos devem passar por um ritual de caça em seu 13º aniversário, simbolizando a entrada na vida adulta. Agora é a vez de Oskari enfrentar uma noite sozinho na floresta — um desafio bem assustador, considerando que o garoto não é muito forte e o arco de caça cerimonial é grande demais para o seu tamanho. Durante sua aventura, Oskari testemunha cenas estranhas pela floresta, como a queda de um avião. Tudo começa a fazer sentido quando ele encontra uma criatura estranha no meio dos escombros: o presidente dos Estados Unidos. A aeronave havia sido sabotada por terroristas que empreendiam uma verdadeira caçada a um dos homens mais poderosos do mundo. Será que Oskari terá coragem e inteligência suficientes para salvar o presidente e a si mesmo?]

Mais alguém aí é desses que julga a grandiosidade de uma história pelo tamanho do livro? Confesso que eu sou. E dessas que torce um pouco o nariz quando recebe um livro mais fininho, e ao folhear se dá conta que ele não é muito descritivo. Preconceito bobo? Sim. E tá aí uma história pra me dar aquela lição de não julgar o conteúdo de um livro pelo seu tamanho.

Oskari é o típico personagem underdog, o azarão, aquele no qual ninguém da própria gente põe muita fé. O garoto em seu teste de transição para a idade adulta, mal consegue empunhar o arco de caça tradicional de seu povo. Ele deve passar uma noite e um dia na floresta e trazer de lá um troféu de caça que irá definir seu caráter  diante da tribo. A pressão é ainda maior já que seu pai é o maior caçador de todos, tendo voltado da floresta com a cabeça de um urso. Oskari sente a todo o tempo a pressão de igualar ou se aproximar do feito do pai, ainda que ninguém acredite em seu potencial.

A floresta é um juiz severo. Ela dá a cada caçador somente o que acredita que ele merece.

Durante a noite, Oskari ouve um som diferente na floresta, mais alto do que qualquer animal agonizante, e quando vai investigar, se depara com nada menos que uma gigantesca aeronave abatida, o Air Force One, vítima de um aparente atentado terrorista e em seu interior o único sobrevivente é o presidente dos EUA.

A única chance de sobrevivência do presidente em um ambiente tão hostil e com um grupo de terroristas implacáveis em seu encalço, é Oskari, que entende que o que a floresta ofereceu é a vida daquele grande homem, e que o garoto fará de tudo para proteger.

O livro segue o ritmo frenético semelhante talvez a um episódio da série 24 horas. O autor não se empenha em grandes descrições físicas dos personagens ou das paisagens, porém o que oferece é o suficiente para absorver toda a atmosfera pertinente à história, sem que a narrativa nunca fique cansativa. Recomendadíssimo.

Aliás, o livro é a inspiração pro filme Big Game, com Samuel L. Jackson e Onni Tommila nos papéis principais. Abaixo vocês conferem o trailer.:

A estreia prevista é para 26 de junho nos EUA, ainda não há data confirmada para o Brasil, mas já quero muito ver!

Gostou da nossa resenha? Então aproveite a oportunidade e compre o seu exemplar pelo link do Bookeando!

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Opinião | Porque Game of Thrones perdeu (mais) uma expectadora

Atenção: a matéria a seguir representa minha opinião pessoal e não reflete necessariamente a opinião de todos os membros e/ou da marca Bookeando. Além disso, contém spoilers de todos os episódios da série exibidos até a presente data, bem como de acontecimentos dos livros já lançados d’As Crônicas de Gelo e Fogo.

Dito isso, valeu Nery pelo espaço para desabafo / satisfação gigantesca.

Sobre toda essa temporada...

Sobre toda essa temporada…

Vocês devem ter reparado que desde o começo dessa temporada não teve review semanal dos episódios da série, nem aquele comparativo maroto com os livros que eu fiz fielmente desde a segunda temporada. Essa decisão meio que já tinha sido tomada durante a produção e gravação da quinta temporada, à medida que as notícias nada animadoras que cortes à personagens narradores (os livros são escritos do ponto de vista de personagens chave, que vão sendo alterados e alternados no decorrer da história), e arcos familiares inteiros seriam feitos para a adaptação televisiva.

Greyjoys? Não querem mais lidar com essa zona toda.

Greyjoys? Não querem mais saber dessa zona toda.

Vou começar dizendo que eu fui defensora ferrenha das duas primeiras temporadas, e batia no peito com o maior orgulho que Game of Thrones era a melhor adaptação literária para outra mídia que já tinha testemunhado. Era tudo lindo, maravilhoso, estava apaixonada, arrebatada, e ai de quem reclamasse que o ritmo pudesse ser mais lento às vezes, mas hey, tudo se justificava pela grandiosidade que estava por vir, os produtores estavam preparando o terreno e a cabecinha do espectador para absorver todas as alternâncias de poder – não necessariamente do trono de ferro, mas o destaque de núcleos – que viriam a acontecer ainda.

Veio a terceira temporada. Eu estava em êxtase, A Tormenta de Espadas é ainda meu livro favorito da vida, e começava a tomar forma, e eles tinham sido tão maravilhosos e compreensivos que sabiam que uma temporada não seria o suficiente para contar toda a incrível história daquele terceiro volume d’As Crônicas.

Começaram os primeiros chiados dos fãs, um cortezinho de elenco secundário aqui, uma adição de romance inexistente ali. Mas ok, eu repeti para mim mesma que algumas coisas eram perdoáveis, não interferiam diretamente nas narrativas principais, e a história continuava a ser contada direitinho, na ordem e dava pra entender. Continuava lindo, pô galera, pára de reclamar aí que eu quero que a série dure na tv pra sempre. Adapta tudo aí, HBO!

Leve seu recalque embora, pfv.

Leve seu recalque embora, pfv.

Hoje eu entendo que deveria ter ouvido logo de início os mais xiitas. Parece que eles estavam prevendo o desastre, e com razão. Por que mesmo não dava pra adaptar tudo? D&D tinham sido maravilhosos showrunners até ali. O orçamento e audiência só aumentavam, o poder de influência do seriado dentro da HBO já estava mais do que consolidado…

Veio a quarta temporada e aquela expectativa misturada com esperança porque eu já sabia que pelo menos Joffrey e Tywin iriam rodar. Adeus personagens odiados, olá pequena justiça poética para Ned, Robb e Cat. Mas depois do casamento roxo, o ritmo dos episódios desandou total. A Tormenta de Espadas é um livro tão incrível exatamente porque o ritmo é constante do início ao fim, dá medo de virar a página, vem uma nova revelação e tapa na cara a cada capítulo, sempre tem algo acontecendo. Daí eu me dei conta: Game of Thrones está virando uma novela medieval. Eles deixaram absolutamente todas as coisas mais legais que são narradas no decorrer do livro para o episódio final. Sabe aquelas coisas que o vilão morre, a mocinha casa, aparece a legenda do 1 ano depois e ela tá com um filho no colo? Pois é. Não fez justiça à grandiosidade da obra, foi tudo corrido demais e teve coisa que ficou de fora.

Vide a escolha de Jon Snow como Lorde Comandante da Patrulha da Noite, ou a morte de Balon Greyjoy – que não rolou até agora- o auto proclamado rei das Ilhas de Ferro. Aliás, Greyjoys cadê? Lady Stoneheart, cadê?

Stoneheart: um sonho não realizado.

Stoneheart: um sonho não realizado.

Pra você, pequeno gafanhoto que não leu: lembra que em algum momento da segunda temporada a Arya Stark encontra com uns caras meio doidões na estrada, os membros da Irmandade Sem Bandeiras? Pois então, esses caras encontram o corpo de Catelyn Stark depois do casamento vermelho, e ela é parcialmente trazida de volta à vida por Beric – mito – Dondarion. E a mulher-zumbi-que-não-fala-mas-se-lembra passa a julgar alguns dos responsáveis por traições à família Stark que encontra pela estrada.

Poxa, se não ia mesmo ter Stoneheart, pra que perder tempo antes apresentando a irmandade no começo? Ponta solta, desnecessário, triste, um arco jogado no lixo. Uma confusão na cabeça do expectador não leitor.

 

bookeando arianne

Arianne Martell, uma das maiores articuladoras de Dorne

 A família Martell, protetores do Sul, e senhores de Dorne são, na minha opinião, um dos núcleos com maior possibilidade de articulação dentro do jogo. Eles não foram derrotados no passado nem pelos dragões Targaryen, e é uma terra muito mais avançada do que o restante de Westeros na esfera de igualdade de gêneros: o filho que nascer primeiro, homem ou mulher se torna herdeiro legítimo.

Arianne é a filha do príncipe Doran Martell, e vê na chegada da princesa Myrcella em Dorne como uma oportunidade de influenciar o trono de ferro, afinal Myrcella é mais velha do que Tommen, e então Arianne passa a articular um golpe de Estado para levar a princesa ao trono com a ajuda das serpentes de areia. Eu não gosto particularmente da Arianne nos livros, porém na série podemos ver que a fusão da personagem com Ellaria Sand mudou completamente a configuração e importância também da personagem Myrcella, que se tornou apenas um consorte para o filho de Doran, o príncipe Trystane, e um alvo para a vingança das serpentes de areia. Que tiveram um desempenho no mínimo duvidoso – para a fama de exímias guerreiras – no seriado até o momento.

Outro corte no seriado foi Quentyn Martell, o filho mais velho de Doran que foi enviado até Essos para consolidar uma possível aliança por casamento com Daenerys para tomada do trono de ferro. Também é revelado a Arianne que ela estava prometida a Viserys Targaryen, irmão de Daenerys, morto na primeira temporada. Martel é mesmo #TeamTargaryen para o trono.

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Jovem Griff e Jon Connington

Daenerys não é a única Targaryen viva. E definitivamente não é a Targaryen mais interessada no trono de ferro. Durante sua jornada por Essos, Tyrion viaja na companhia de Jon Connington, um ex membro da guarda real durante o reinado Targaryen, e um jovem de cabelos azuis, Griff, que se revela como Aegon VI Targaryen, filho de Rhaegar e Elia, que teria sobrevivido ao saque em Porto Real e ao ataque da Montanha que cavalga, aquele que esmagou a cabeça do Oberyn, lembram?

Enfim, ao final de A Dança dos Dragões, Griff desiste de ir atrás de Daenerys como seu pretendente, e acaba indo direto para Westeros, assim quando a tia resolvesse voltar para os sete reinos, o encontraria na condição de rei, não de pedinte. O garoto consegue tomar Ponta Tempestade, a terra dos “usurpadores” Baratheon. Já Jon Connington teve uma ligeira fusão com Jorah Mormont, no caso do contágio de Scamagris, a doença dos homens de pedra e da princesa Shireen Baratheon.

O rei das ilhas de ferro

O rei das Ilhas de ferro

Essa é apenas uma especulação, talvez esse arco seja abordado mais a frente, mas a verdade é que no momento os Greyjoy foram abandonados pela HBO. Há uma grande rebelião nas Ilhas de Ferro, que se autoproclamaram independentes de Westeros. E com a morte de Balon Greyjoy se inicia uma convenção para elegerem o novo rei, sim, nada dos filhos do Balon herdarem título. Ali a disputa é feia.

Apesar de Asha (Yara no seriado) Greyjoy ser bastante respeitada, quem consegue ser eleito como rei é Euron, um dos irmãos de Balon Greyjoy e que já explorou grande parte do mundo como pirata. Euron envia seu outro irmão Victarion – que também almeja ser rei das ilhas de ferro – em uma missão para pegar Daenerys e fazê-la se casar com Euron, que deseja ser rei de Westeros e Essos.

Euron tem mais um trunfo na manga:um chifre de Valíria que permite a quem o sopra, domar um dragão. Partidão, hein?

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Jeyne Poole e Sansa Stark na primeira temporada

Mas sem sombra de dúvidas, quem teve a trajetória mais alterada foi Sansa Stark. Nos livros a jovem permanece no Ninho da Águia, com a identidade preservada, como um trunfo máximo para Mindinho. Porém na série Sansa tomou o lugar nada invejável de sua antiga dama de companhia, Jeyne Poole.

Com o sumiço de Sansa e Arya de Porto Real, Tywin Lannister vê a oportunidade de um embuste. Ele veste Jeyne como se fosse Arya Stark e a envia para Winterfell para se casar com Ramsay Bolton e assegurar o domínio no Norte.

Ramsay comete os piores tipos de violência contra a garota, inclusive zoofilia, porém ninguém interfere porque nem mesmo os nortenhos acreditam por sequer um momento que a garota seja uma Stark. Claro que isso não justifica a violência que a garota sofre, nem é desculpa para o comportamento de Ramsay. O Norte está sofrendo e à espera de um verdadeiro sinal de força para se voltarem contra os traidores Bolton.

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A violência contra Sansa foi a gota d’água num mar de confusão dos produtores.

Ramsay é um nojento, mas ele não é burro. Nem a Sansa é mais aquela frágil garota que suportava chorosa os ataques de Joffrey. Sansa cresceu, aprendeu com um dos melhores – senão melhor – jogador em Westeros. Ela mostra sua força para Miranda ao responder que não pode ser assustada, e avisa aos Bolton que seu lar permanece o mesmo, apenas as pessoas ali são estranhas. Então o que justifica sua passividade diante do agressor na noite de núpcias? Virgindade não deveria ser sinônimo de fragilidade ou fraqueza.

A Sansa atual, uma herdeira reconhecida de Winterfell, uma legítima Stark deveria inspirar não só lealdade dos nortenhos, mas também cautela e medo nos Bolton. Sansa se tornou uma esperança para o Norte, tem as costas quentes com um exército no Vale. Tem apelo popular. Sansa sofrer as mesmas atrocidades inconsequentes reservadas à Jeyne apenas não fazem sentido para a trama.

Nisso se levanta a questão do insistente uso desnecessário do estupro na trama. O mundo criado por Martin já é vil o suficiente, já acontecem atrocidades o suficiente. Todo mundo já entendeu que nada nem ninguém está a salvo, então parece que o estupro em geral foi colocado como mais um artificio da atual política dos showrunners de “quanto mais chocante melhor!”.

Porque não se ater às violências já explicitas no livro? Pra que tornar o amor já doentio de Jaime e Cersei em algo ainda mais bizarro com uma cena de estupro ao lado do corpo de Joffrey, que nos livros ocorreu como sexo consensual? Já não era absurdo o suficiente?

E Daenerys, que diz “sim” com todas as letras na noite de núpcias com o Drogo, consentindo o ato, e também é retratada como estupro na série? Também já não foi suficientemente ruim uma garota ser vendida pelo irmão para um completo desconhecido, ela também precisava receber mais uma humilhação?

No atual cenário mundial, em que a luta por igualdade está cada vez mais evidente e controversa, a série têm feito um desserviço social ao podar o destaque de algumas personagens femininas, isso quando não submetem aquelas que tem destaque devido à situações de violência sexual pelo qual nunca passaram na obra original.

Se depois de tudo isso eu ainda não consegui te convencer que o problema não foi só o estupro da Sansa, você deve ser daqueles que acredita mesmo que Westeros entrou em guerra por causa do “sequestro” da Lyanna pelo Rhaegar, e não porque a tensão já tava ali toda construída e prestes a explodir graças ao governo tirano do rei Aerys.

Se os showrunners não conseguem manter a coerência na narrativa e nem o mínimo de respeito com grandes personagens, não tem porque eu continuar acompanhando. Apenas não sou obrigada a dar audiência para o que não concordo. Não estou tentando doutrinar ninguém a abandonar a série também, mas imagino que agora seja um excelente momento para pressionar a HBO por mudanças, por mais fidelidade, para transformarem todas aquelas cifras gigantescas de investimento em Game of Thrones em uma história sensacional, e não em apenas um folhetim medieval sensacionalista semanal. Não se esqueçam, sem os fãs eles não são nada.

Talvez um dia eu volte a assistir o que falta. Mas dar minha linda audiência e lucro todo santo domingo, não mais.

#RIPGoT

P.S.: Dito isso, não se preocupem, porque ao menos as notícias sobre a toda a franquia continuarão normalmente por aqui, não é porque eu deixei de ver que vocês deixarão de ser informados.

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Resenha: Vivian Contra o Apocalipse

Vivian Contra o ApocalipseLivro: Vivian Contra o Apocalipse

Autora: Katie Coyle

Editora: Agir Now

Por meio da proposta inovadora da Editora Agir Now, novo selo de publicação da Ediouro, enfim recebíamos um livro que tinha a promessa de inovar com a temática literária conhecida como YA (young adult).  O trabalho da autora Katie Coyle foi lido por duas pessoas e sua resenha feita a quatro mãos, pois realmente temos um livro que cumpre sua função de se diferenciar do restante além de apresentar uma personagem que se destaca em meio à temática inusitada.

Pulando a sinopse oficial, que apresenta toda a trama proposta pela autora e que você pode ler clicando aqui, gostaríamos de propor uma discussão simplória ao transportar o livro do gênero Young Adult para uma Distopia. Algo próximo de um gênero (imaginário) que poderia ser muito bem classificado como Distopia Jovem. Vivian Apple está longe de ser a adolescente dramática, chata e confusa, que a maioria dos livros YA insistem em apresentar, porém não podemos dar um arco-e-flecha em suas mãos ou pedir para ela libertar o mundo de facções.

Uma protagonista cheia de atitude, mesmo tendo um passado como “boa moça”, o Arrebatamento e a sua luta contra Igreja Americana resulta em uma narrativa que poderia muito bem ser transportada para um road movie indie hollywoodiano. Após a data prevista para o grande acontecimento, Vivan retorna para casa e descobre que seus pais sumiram deixando apenas dois buracos no teto.

Começa então a jornada de Vivian, Harp, sua melhor amiga descolada, Peter “olhos azuis” e Edie, amiga de Harp e Crente seguidora do Livro de Frick que foi deixada para trás. Óbvio que temos outros personagens que surgem nessa história como, por exemplo, Raj, irmão de Harp, e seu namorado Dylan, que ocupam o espaço usado pela autora ao abordar questões sociais mais atuais. Sem contar os avós de Vivian, que surgem para o desenvolvimento do plot sobre o passado dos seus pais e um “misterioso bebê”.

A partir de uma pista e rumo ao Monte Rushmore, o trio (Harp, Peter e Vivian) acabam conhecendo os Novos Órfãos e Edie (que não nos importamos muito), trazendo uma crítica da autora sobre o que seria uma sociedade utópica, nos lembrando bastante algo parecido com a comunidade Amish. Sem perder tempo e terminando a segunda parte do livro, seguimos rumo ao final para sabermos mais sobre Frick e o segredo que surge com o seu executor.

Mais próximo do final e trazendo à tona uma forte crítica ao fanatismo e extremismo, seja religioso ou não, a autora começa a revelar os mistérios sobre a divindade e filosofia seguida pelo Pastor Frick e o que seria existe por trás do Arrebatamento. A grande revelação próxima ao final não foi considerada por nós como plot twist, mas sim como um brilhante desfecho para a história da Vivian e os mistérios construídos pela trama, que não foram esquecidos durante o livro.

Com o encerramento do livro em São Francisco, abusando do estereótipo de cidade mais adepta às diferenças sociais, Vivian não deixa sua jornada se terminar e se mantém ao lado de sua melhor amiga. Colocando em cheque alguns temas polêmicos sobre pais e filhos, sociedade, religião e diferenças, a autora realmente conseguiu construiu uma personagem diferente, forte, determinada, mas acima de tudo é humana e responsável por nos levar até a última página desejando uma sequência para o trio, prequel sobre os pais da Vivian ou até mesmo um spin-off sobre os Novos Órfãos!

Como já dizia o Pato Fú, “as pessoas tem de acreditar em forças invisíveis para fazer o bem, tudo o que se vê não é suficiente e a gente sempre invoca o nome de alguém”. Larga logo esse livro young adult de menininha e corre logo para comprar a sua edição!

Gostou da nossa resenha? Então clique aqui para comprar a sua edição física ou digital, pelo link do Bookeando, e nos ajude a manter o site!

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Cultura Inglesa Festival traz programação para os fãs de literatura

19º Cultura Inglesa Festival traz programação inspirada em obras de ficção fantástica britânica da literatura, cinema e televisão. Durante todo o Festival, de 4 a 21 de junho, o público poderá mergulhar no mundo da ficção fantástica com a exposição “Fantástico Mundo Britânico“, uma instalação multissensorial inspirada em histórias consagradas da literatura, cinema e televisão. Com parceria da Secretaria Municipal da Cultura, a exposição fará parte também da Virada Cultural 2015 em seus dias de encerramento, 20 e 21 de junho, levando ao público o melhor das culturas brasileira e britânica gratuitamente.

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Com curadoria do atelier do croata Marko Brajovic, conhecido mundialmente por projetos multidisciplinares, a exposição tem como ponto de partida a mudança de percepção do visitante do real para o imaginário, quando é cruzado um portal entre os dois mundos, levando a um novo universo. Neste mundo mágico é possível imergir em um passeio sobre a ficção fantástica britânica, passando por suas diversas variantes históricas, temáticas e estéticas, onde cada portal aborda uma obra de destaque, como “O Senhor Dos Anéis”, “Alice no País das Maravilhas“, “Harry Potter“, “A Lenda do Rei Arthur”, “A Fantástica Fábrica de Chocolate” e o “Mundo Gótico”. Um grande mapa guiará o público entre os mundos retratados.

A instalação dedicada ao ícone J.R.R Tolkien, e sua obra-prima “O Senhor Dos Anéis“, contará com uma tela touchscreen com vasto conteúdo multimídia na qual o visitante poderá explorar a obra de forma interativa. Harry Potter, o bruxinho mais querido entre jovens e adultos também tem espaço garantido. O público poderá tirar fotos com réplicas dos objetos do filme, como a Veste de Grifinória, Chapéu Seletor, Varinha, Pomo de Ouro, Ticket de embarque para Hogwarts, Capacete e óculos de Quadribol e o Chapéu da Professora Mc Gonagall.

Além das instalações temáticas das obras, a exposição conta com uma área de leitura na qual serão disponibilizados kobos – dispositivos de leitura digital para que o público possa ter acesso a grandes marcos da literatura fantástica em português e inglês. Aos finais de semana serão disponibilizados livros para leitura e troca entre os visitantes, numa ação de incentivo ao book crossing.

A programação inclui também o Final de Semana Fantástico, no Centro Cultural São Paulo, nos dias 06 e 07 de junho, concentrando dois dias de atrações especiais sobre o Fantástico Britânico e o universo geek. A programação começa no sábado com uma Batalha Épica, comandada pelo grupo Draikaner, especialista em swordplay. A atividade é baseada na literatura sobre o “Rei Arthur e seus Cavaleiros” e consiste em uma simulação de combate medieval com equipamentos acolchoados. A atividade começa com uma oficina para confecção das armas arthurianas na qual os participantes irão produzir suas próprias espadas e aprender sobre as regras do swordplay. Ao final da oficina haverá uma disputa, na qual os cavaleiros irão combater entre si e o vencedor escolhido pelo júri será premiado.

Ainda no sábado, acontece um bate-papo sobre a influência do fantástico britânico no Brasil. O Geek Talk convida os autores Raphael Draccon e Carolina Munhóz a falar sobre as obras britânicas da literatura, cinema e televisão que inspiram a produção brasileira em diversas áreas, além do impacto que as obras exercem na vida dos fãs. Raphael Draccon é romancista, roteirista e editor com dois best sellers na literatura, “Dragões de éter” e “Cemitério dos dragões”. Carolina Munhóz é consagrada na literatura infanto juvenil e autora do sucesso de vendas “A fada e o reino das vozes que não se calam”. A mediação da mesa será feita pelo Publisher Daniel Lameira com apoio da Livraria Cultura.

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No domingo haverá um Desfile de Cosplay no qual os participantes poderão viver seu personagem favorito de filmes, livros e séries. Cosplay é a abreviação de costume play, atividade lúdica praticada principalmente por jovens que gostam de se caracterizar, não apenas se vestindo, mas vivendo um personagem. A campeã mundial de cosplay, Jéssica Pandy, estará presente no desfile para trocar experiências com o público. A convidada especial já fez mais de 50 cosplays e ganhou vários concursos no Brasil e no Japão, além de ter experiência como juíza e jurada de importantes bancadas nacionais. A curadoria é assinada por César Nunes, da ONG HistoriArte.

As inscrições para participar do desfile podem ser feitas no próprio dia do evento e os 20 primeiros inscritos ganham ingresso para outro evento do Festival, o bate papo “Desvendando criaturas fantásticas: como é feita a maquiagem para cinema”, que acontece dia 13 de junho no Reserva Cultural com participação do maquiador da saga Harry Potter, Stephen Murphy.

O Final de Semana Fantástico também conta com Espaço para Jogos, no qual o público pode brincar em grupo com jogos de tabuleiro, dados, cards, como Dungeons Fighters e Game of Thrones. Além disso, os participantes também poderão dançar com o game eletrônico Just Dance. Todas as atividades contarão com monitores especializados para orientação das mecânicas e regras dos jogos.

O Cultura Inglesa Festival conta mais uma vez com o apoio institucional do VisitBritain, órgão oficial de turismo da Grã-Bretanha. A Livraria Cultura também é parceira na execução da programação do final de semana fantástico britânico.

19º Cultura Inglesa Festival de 04 a 21 de junho de 2015
Entrada GratuitaMais informações no site: festival.culturainglesasp.com.br

Exposição Fantástico Mundo Britânico
Data: de 04/06/15 a 21/06/15
Horário: De terça-feira a sexta-feira: Das 10h às 20h | Sábados, domingos e feriados: Das 10h às 18h
Local: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000, Paraíso – São Paulo/SP

Batalha Épica
Data: 06/06/15
Horários: Oficina de produção de espadas emborrachadas: das 14h às 17h |Disputa – das 17h às 18h30
Local: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000, Paraíso – São Paulo/SP CEP 01504-000
Tel: 55 11 3397.4002 – Próximo à estação de metrô Vergueiro.
Sala da atividade: A Oficina de Swordplay acontecerá no Anexo da sala Adoniran Barbosa e a apresentação da batalha de swordplay será realizada no Jardim Suspenso. Em caso de chuva, a apresentação da batalha acontecerá no espaço E. Missão.

Geek Talk
Data: 06/06/15
Horário: Das 15h às 17h
Local: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000, Paraíso – São Paulo/SP
Tel: 55 11 3397.4002 – Próximo à estação de metrô Vergueiro.
Sala da atividade: Sala Adoniran Barbosa

Espaço Para Jogos
Data: 07/06/15
Horário: Das 10h às 18h
Local: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000, Paraíso – São Paulo/SP
Tel: 55 11 3397.4002 – Próximo à estação de metrô Vergueiro.
Salas das atividades: Jogos de tabuleiros, dados e cartas: Anexo da sala Adoniran Barbosa. Jogo Just Dance: foyer do piso Flávio Império

Desfile de Cosplay
Data: 07/06/2015
Horário: Inscrições para participação na atividade: Das 14h30 às 16h | Desfile de Cosplay: das 17h às 19h
Local: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000, Paraíso – São Paulo/SP
Tel: 55 11 3397.4002 – Próximo à estação de metrô Vergueiro.
Sala da atividade: Foyer do piso Flávio Império

 

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CCXP 2015 | Caity Lotz, a Canário Negro, vem ao Brasil!

Para a segunda edição da CCXP – Comic Con Experience está confirmada a presença da atriz californiana Caity Lotz, a Canário do seriado derivado dos quadrinhos da DC Comics Arrow. Ela também é a estrela do recém-anunciado Legends of Tomorrow, que vai ao ar em setembro pelo canal americano CW (ainda sem data para exibição no Brasil pelo canal a cabo Warner) e teve seu primeiro trailer divulgado nesta semana – assunto que figurou nos trending topics do Twitter.

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Além de atriz, Caity Marie Lotz é dançarina, cantora e modelo. Entre seus trabalhos mais conhecidos, estão a ofical Kisten Landry no seriado Death Valley (2011), a personagem Annie no filme de terror Pesadelos do Passado, a Stephanie do sucesso da TV Mad Men e o papel que a consagrou no universo nerd: Sara Lance, também conhecida como Canário, uma das protagonistas do seriado Arrow desde 2013. Caity reprisará seu papel como Sara Lance no seriado Legends of Tomorrow.

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A CCXP – Comic Con Experience 2015 acontece de 3 a 6 de dezembro no São Paulo Expo, antigo Expo Imigrantes, próximo à estação Jabaquara do Metrô, com atrações de peso e conteúdos para fãs de quadrinhos, cinema, programas de TV, desenhos animados e outras áreas da cultura nerd & geek. Mais de 120 mil pessoas são esperadas nos quatro dias de evento, que terá início das vendas de ingressos em junho.

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Sherlock | Quarta temporada pode ter sido adiada pra 2017

#Chateadissimos

Sherlock é sem sombra de dúvidas a melhor releitura de um clássico já adaptada para a tv, desculpe fãs de Elementary, mas a versão compatriota do clássico de Conan Doyle pela BBC é coisa linda de se ver e deixaria o autor orgulhoso.

bookeando sherlock

A gente já sabe que Sherlock não é exatamente uma série com temporadas regulares, é uma minissérie de filmes para a TV, mas isso não diminui a sofrência em nossos corações a cada adiamento.

A gente não sabe se agradece ou xinga Hollywood por estar mantendo os dois protagonistas, Benedict Cumberbatch (Sherlock Holmes) e Martin Freeman (John Watson), tão ocupados. Em tempo, recentemente ambos estiveram envolvidos com a adptação cinematográfica da trilogia O Hobbit, e agora em 2015 estão com seu tempo tomado pela casa das idéias, a Marvel, em que Benedict estrelará a adaptação de Doutor Estranho, a ser lançado em novembro de 2016, e Freeman fará uma participação – cujo papel ainda não foi revelado- em Capitão America: Guerra Civil, que chega aos cinemas em maio de 2016.

Graças à agenda apertada de ambos, as filmagens da quarta temporada de Sherlock só começarão no segundo bimestre de 2016, e contando com a produção caprichada da série, os três novos episódios não devem chegar às telinhas antes do começo de 2017.

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Pelo menos, vai ter episódio especial de Natal na Inglaterra Vitoriana em dezembro deste ano, e deve ser exibido na mesma época pela BBC HD aqui no Brasil.

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[OFF-TOPIC] Confira tudo que rolou na XMA – X5 Mega Arena!

Fala galera! Nesse final de semana passado, ocorreu o maior eventos de e-sports da América Latina: A XMA – X5 Mega Arena, no Centro de Exposições Imigrantes, de 30 de abril a 3 de maio. Estive lá nos dias 2 e 3 e vou contar um pouquinho do que aconteceu!

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As atrações principais ficaram para os torneios de: Crossfire, Point Blank, Dota 2, Heroes of the Storm e League of Legends, mas também, tivemos um palco YouTuber com os conhecidos,  Cellbits, Rezende, Irmãos Piologo, Cauê Moura, Gordox e muitos outros que roubaram a atenção do público de uma forma que não era esperada, fazendo até com que alguns torneios do palco principal ficassem vazios.

Muitos stands com jogos grátis pro pessoal aproveitar: World of Tanks, Smite, Point Blank, Heroes of the Storm, League of Legends, stand temático de Minecraft e jogos diversos no stand da Saga!

A reclamação ficou por conta de poucas máquinas disponíveis para jogar, em relação ao ano passado, realmente, a área free to play tava bem pequena.

Enfrentamos também alguns problemas técnicos, como, queda de energia nos stands, oscilação na internet, atraso nas partidas, e, o que pecou muito, foi o servidor expectador de LoL não estar disponível na final do campeonato: paiN Gaming x INTZ. Tivemos que assistir do ponto de vista dos jogadores (mesmo sendo #pain, devo admitir que a INTZ jogou muito bem, sendo a vencedora do torneio). Acho que esse foi um dos motivos pelos quais a plateia tava um tanto quanto vazia.

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Tirando isso, o evento vem sendo muito bem recebido pelo público, tanto que, teremos a primeira edição no Rio de Janeiro, e a organização informou que, devido ao grande sucesso, o evento passará a se chamar Brasil Mega Arena, tendo edições no Brasil todo, no total de 6 edições por ano!

E claro, não podia deixar de agradecer à Rosa Arrais pelas credenciais e o convite de imprensa!

Valeu, pessoal! Até a próxima!

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Trailer de Jonathan Strange & Mr. Norrell

Estamos viciados em Jonathan Strange & Mr. Norrell, sucesso de crítica escrito por Susanna Clarke, que levou 10 anos para ser escrito e é considerado um Harry Potter para adultos está sendo adaptado para televisão pela BBC.

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Vamos ao que importa: o trailer…

A série tem a premiere programada para o dia 17 de Maio, no Reino Unido, e não sabemos quando chegará ao Brasil! Em breve você confere a resenha do livro aqui no Bookeando… Enquanto isso fiquem com a capa e sinopse o lançamento da Editora Seguinte.

Jonathan Strange & Mr Norrell[SINOPSE: A prática da magia foi considerada extinta da Inglaterra desde os tempos medievais do Rei Corvo. Em 1806, aqueles que se intitulam magos são apenas estudiosos da história da magia. Mas, um dia, dois desses magos teóricos resolvem investigar os motivos do desaparecimento da magia. E assim conhecem Mr. Norrell, um mago recluso que desafia a todos ao mostrar seus poderes.

Para provar que a magia ainda existe, Mr. Norrell reúne os magos teóricos na catedral de York e faz com que as estátuas de pedra comecem a falar. Em troca de seu ato, exige a imediata dissolução da Sociedade de Magos. Agora com fama e poder, ele abandona a reclusão e vai para Londres, onde colabora com o governo no combate a Napoleão Bonaparte. Começa então a colocar em prática seu plano secreto de controlar a magia na Inglaterra. Tudo vai bem, até o momento em que seu discípulo, o arrogante e impetuoso Jonathan Strange, resolve se rebelar contra a visão restrita de Norrell sobre o lugar destinado à magia.

Strange decide seguir seu próprio rumo como mago e resgatar os poderes do lendário Rei Corvo, mas acaba colocando em risco a si próprio, aos que o cercam e à toda a Inglaterra. Tudo vai bem, até o momento em que seu discípulo, o arrogante e impetuoso Jonathan Strange, resolve se rebelar contra a visão restrita de Norrell sobre o lugar destinado à magia. Strange decide seguir seu próprio rumo como mago e resgatar os poderes do lendário Rei Corvo, mas acaba colocando em risco a si próprio, aos que o cercam e à toda a Inglaterra. Acontecimentos inusitados e personagens deste e do outro mundo, familiares e estranhos, atravessam o romance com uma boa dose de ironia e engenhosidade.]